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10) Cronologia 1998

Jan. 1: Está confirmado que a Autoridade Territorial Israelense pretende comercializar terra para construção de casas nas seguintes comunidades à leste de Jerusalém: 200 unidades em Ramot, 163 unidades em Shu´fat e 100 unidades em Gilo. Há também planos de distribuir 1000 unidades em Har Homa.

 

Jan. 14: Um relatório especial israelense conclui que em 1996 cerca de 1% da população de Jerusalém (aproximadamente 6000 pessoas) emigraram da cidade. Devido ao fato de que cerca de 40.000 pessoas emigraram na década passada, MK Ophir Pines (Labor) propôs uma lei de incentivos para estudantes, jovens casais e novos imigrantes para prevenir futuras emigrações de Jerusalém dos judeus seculares.

 

– Israel expressa raiva pela “decisão unilateral” por parte da União Européia para um chamado ao fortalecimento das instituições Palestinas na Jerusalém do Leste.

 

– A Corte Civil de Jerusalém condenou os extremistas de direita Avigdor Eskin e Demian Pakovich por três infrações: um plano de atirar uma cabeça de porco dentro da Al-Haram Ash-Sharif, colocar uma cabeça de porco no túmulo de Izz Eddin Al Qassem próximo a Haifa, e atirar fogo no escritório dos movimentos pela paz Dor Shalom em Jerusalém. Os dois foram acusados de incitar e agir no espírito dos ensinamentos de Kahana com a intenção de causar choques entre judeus e árabes.

 

Jan. 20: Ateret Cohanim inicia reabilitando 18 casas no Quarteirão Mulçumano na Cidade Velha, agora ocupado por 60 famílias judias, e continua seus esforços para comprar propriedades adicionais para “doutrinar a Cidade Velha”.

 

Jan. 22: O Ministro Israelense do Interior aprova uma um Plano de Setor Árabe e um Plano de Setor Judeu para a comunidade Palestina de Ras Al-Amud.

 

Jan. 23: O geógrafo palestino Kalil Tufakii diz que no dia 7 de  janeiro o Governo de Israel aprovou planos para uma nova rodovia (No. 70) que fará voltas em torno das periferias de Jerusalém, ao norte de Al-Bireh-Ramallah e ao sul de Bethlehem. Este projeto que vai requerer a disponibilização de 1550 espaços de terra pertencentes a sete vilas Palestinas, irá fechar Jerusalém na sua face leste e prevenir as construções palestinas em áreas ainda disponíveis.

 

– O prefeito da municipalidade a oeste de Jerusalém, Ehud Olmert, disse que P M Netanyahu está comprometido com a idéia de construir uma nova aldeia judaica na parte árabe no leste de Jerusalém.

 

Jan.25: Os extremistas Ateret Cohanim começaram a renovar cinco dos edifícios que o grupo alega possuir na Cidade Velha de Jerusalém e afirmam que pretendem renovar outros 13 em um futuro próximo. Ateret Cohanim e Elad levantaram uma campanha de arrecadação de fundos para reconstruir prédios controlados por judeus na Cidade Velha; o Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu prometeu verbalmente alocar NIS20m para Elad e NIS10m para Ateret Cohanim.

Jan. 26: O Deputado e Ministro da Habitação Israelense Meir Porush relata que há 1000 casas vazias em pequenas aldeias em West Bank (WB) e 180 em regiões urbanas maiores. Ele adiciona que os planos para comercializar terra para a construção de 5200 conjuntos habitacionais em 1998 podem não ser efetivados. Mais de 60% dos programas de 1998 foram centralizados nas construções da “Grande Jerusalém” – Ma’ale Adumim, Givat Ze’ev e Betar.

 

Jan. 27: A imprensa reporta que o Ministro da Habitação planeja 15.000 novos conjuntos nos próximos dois anos, 60% dos quais serão construídos em torno de Jerusalém.

 

Jan. 28: Um relatório preparado por uma comissão especial israelenses planeja maximizar medidas de segurança em Jerusalém através do controle de auditores, transferindo maior governabilidade para os escritórios de governo a leste da cidade e proibindo os muçulmanos de convocar para orações.

 

Jan. 29: Nidal Abu Srour, 18, do Campo de Refugiados Ainda morreu no Centro de Detenções Mosqobiyya enquanto era interrogado. Ele foi preso por razoes desconhecidas no dia 06 de janeiro logo após ter deixado a Mesquita de Al-Aqsa.

 

Jan. 31: Choques violentos ocorreram na Cidade Velha após uma garota Palestina não identificada ter picado um estudante Yeshiva dentro do Portal de Damasco.

 

Jan. 1998: Yediot Ahoronot relata que dois extremistas judeus foram descobertos planejando abrir fogo em religiosos Palestinos que participavam das orações de sexta-feira em Al-Aqsa durante o Ramadan.

 

Fev. 1: Um relatório apresentado ao Primeiro Ministro Netanyahu pelas forças de segurança de Israel alegam que áreas em torno de Jerusalém são controladas pela Autoridade Palestina, as quais, segundo eles, estariam tentando fortalecer seu domínio sobre a terra e criar uma continuidade territorial das vilas e comunidades Palestinas.

 

Fev. 3: Forças israelenses destruíram um estábulo da propriedade de Ibrahim Arifai e quatro casas palestinas em Anata, Rãs Karkar, Ar-Ram e Campo de Refugiados de Qalandia.

 

– Autoridades militares de Israel tomaram a tribo beduina de Arab As-Sawahra próximo a Ma’ale Adumim e notificaram a expulsão de 430 membros e seu rebanho de ovelhas.

 

– O ministro israelense do interior aprovou a construção de 132 unidades habitacionais em aldeias judaicas nas vizinhanças árabes de Rãs Al-Amud em terras supostamente pertencentes ao milionário Judeu Americano Irving Moskovitz.

 

Fev. 6: Cerca de 35 familias Jahalin Bedouin foram expulsas de seu acampamento próximo a Ma’ale Adumim.

 

Fev. 8: A imprensa israelense relata que a Autoridade Palestina comprou dezenas de terras a leste de Jerusalém de judeus e árabes nos últimos meses usando dinheiro de um fundo especial criado pela autoridade palestina e homens de negócios palestinos.

 

Fev. 11: Um refugiado israelense de Rekhes Shu’fat foi ameaçado de morte por assaltantes próximo à sua casa. Uma hora em seguida um civil Palestino foi ameaçado e ferido por um refugiado no acampamento de Neve Ya’acov.

 

– WAFA (a Agência de Notícias da Palestina) relata que os empregados israelenses de Bezeq, acompanhados de soldados israelenses, escreveram panfletos como “Morte aos Árabes” e desenharam jogos em casas de moradores da vila de Anata.

 

Fev. 13: Forças israelenses atacam escritório Palestino próximo ao Portão de Damasco e outro no ponto de checagem de Dahiet Al-Barid, prendendo seus diretores com a acusação de que estariam envolvidos com os serviços de segurança da Autoridade Palestina, liderados por Jibril Rajoub e Tawfiq Terawi.

 

Fev. 15: O exercito israelense e forças policiais atacaram escritórios de investigadores particulares palestinos a leste de Jerusalém. Os proprietários são acusados de ser agentes encobertos dos serviços de segurança da Autoridade Palestina, liderados por Jibril Rajoub e Tawfiq Terawi.

 

Fev. 16: Soldados israelenses destruíram 50 tendas e 137 refugiados beduínos do acampamento da área de Khan Al-Ahmar abaixo de Ma’ale Adumim para abrir caminho para a expansão de suas áreas de ocupação.

 

Fev. 17: Hamzeh Ebediyye, 14, foi atingido e moderadamente ferido por um israelense na comunidade de Shearim.

 

Fev. 18: Forças israelenses destruíram a casa de Anwar An-Nibilsi em At-Tur, fazendo 12 pessoas ficarem desabrigadas.

 

Fev. 20: Foi anunciado que um grupo árabe do leste de Jerusalém pretende competir nas eleições municipais da parte ocidental de Jerusalém. O candidato Musa Aleyan da vila de Beit Safafa disse que não se intimida com a polícia que está boicotando as eleições. Esta é a primeira vez que um grupo árabe está competindo nas eleições para a municipalidade do leste de Jerusalém.

 

Fev. 22: A municipalidade ocidental de Jerusalém prepara a evacuação do Campo Sumud para sem-teto de Jerusalém oriental, todos estão com medo de perder suas carteiras de identidade.

 

Fev. 25: O exercito israelense destruiu casa de 130 metros quadrados de Kamal As-Sidaiyi em At-Tur que abrigava 12 pessoas.

 

– Citando um relatório secreto estadunidense preparado por embaixadores e consuls dos 15 Estados dos EUA em 28 de janeiro o jornal diário El Pais aponta a intenção israelense de “modificar o status” de Jerusalém de modo a “reforça sua soberania”.

 

– Um festival cultural e folclórico em Ash-Sharqua foi aberto com o tema: “Jerusalém chama por você”.

 

Fev. 26: Autoridades israelenses visitaram pela segunda vez o Campo Sumud em Sawaneh para recolher maiores informações na preparação da evacuação dos residentes do campo. De acordo com o diário israelense Há’aretz, a cabeça da facção de Meretz no Conselho Municipal de Jerusalém disse que oficiais da cidade acompanharam de 200 policiais conduzirão uma notificação de evacuação no campo no domingo, 1º. de março.

 

Fev. 1998: O Primeiro Ministro Netanyahu deu sinal verde para Ateret Cohanim conduzir mais 12 famílias judias para o território muçulmano na cidade velha.

 

Março 1: A Suprema Corte de Israel regulamentou que famílias beduínas Jahalin podem permanecer temporariamente nas terras de West Bank onde a polícia vem tentando evacuar a área para abrir caminho à expansão de território judeu.

 

– Uma ocupação religiosa a leste de Jerusalém concorda em estabelecer um acordo para educar crianças pertencentes à classe dos sacerdotes para que possam santificar o chão do Templo Mount e possibilitar o reaparecimento do religioso judeu em todo o local.

 

Março 3: Jerusalém observa uma greve geral – convocada pelo Fatah com o lema “Grito de Jerusalém” – contra a visita do prefeito da Municipalidade de Jerusalém Ocidental à cidade para celebrar “Jerusalém 3000”.

 

Março 4: Árabes de Jerusalém Oriental testemunharam um protesto contra uma visita do Prefeito de Jerusalém Ocidental – Olmert.

 

– O exercito israelense destruiu dois prédios de apartamento – casa de 12 palestinos – em Ar-Ram.

 

Março 8: Assaltantes atacaram um estudante Talmud na Cidade Velha.

 

Março 10: O Conselho Waqf de Jerusalém alerta sobre as pretensões israelenses de tomar propriedades islâmicas em Jerusalém e toda Palestina.

 

– Nasser Bassrat, 17, está atingido e seriamente ferido por um agressor judeu em Jerusalém ocidental.

 

Março 12: Hasan Kabanah, 35, foi atingido e seriamente ferido por assaltantes nos arredores de Mea Shearim.

 

Março 13: Cinco árabes foram feridos em uma explosão próximo ao Portal de Damasco.

 

Março 14: O Ministro de Relações Exteriores da Inglaterra Robin Cook insiste em visitar Jabal Abu Ghneim mesmo com a objeção israelense.

 

Março 15: O Governo Israelense anunciou que 200 famílias de imigrantes neo-etiopianos serão instalados em casas móveis no Airplane Hill, próximo a Har Homa em Jerusalém Oriental.

 

– A administração civil em West Bank rejeitou uma objeção formal Palestina ao desenvolvimento do plano E-1 (veja Março 30)

 

Março 16: Se dirigindo ao Ministro de Relações Exteriores Islâmico em Doha, o presidente Arafat conclama o mundo Islâmico para se unir e “salvar Jerusalém da ocupação israelense.”

 

– Ma’ariv relata que a municipalidade de Jerusalém Ocidental encobriu 2500 casos de construção ilegal em comunidades Palestinas locais.

 

– Membros do Partido Religioso Nacional se encontraram em Har Homa com 100 pessoas que se registraram para comprar apartamentos nos assentamentos propostos.

 

Março 19: O Ministro de Relações Exteriores, R. Cook, protagonizou um incidente diplomático motivado por judeus radicais quando do seu encontro com Palestinos em Jabal Abu Ghneim.

 

Março 22: Violentos choques ocorreram entre atiradores de pedra Palestinos e a polícia israelense juntamente com moradores armados no Campo de Refugiados de Shu’fat.

 

Março 23: Israel inicia sua campanha de taxação contra comerciantes de Jerusalém oriental.

 

– O Primeiro Ministro Netanyahu declarou: “Eu prometo que ao final do meu mandado haverá construções em Har Homa.”

 

Março 25:  O Primeiro Ministro Netanyahu e o Prefeito de Jerusalém Ocidental Olmert buscam extender as fronteiras municipais de Jerusalém anexando vilarejos judeus e árabes.

 

– Está estabelecido que o Ministro do Interior Israelense apreendeu 2500 registros de identidade de Palestinos de Jerusalém, a sua maioria menores, em 1997.

 

Março 28: Metade das famílias residentes no Campo de Sumud em Jerusalém Oriental foram realocadas para um prédio vazio das redondezas.

 

Março 30: O Ministro de Ciência Michael Eitan visitou as instalações de Ma’ale Adumim e expressou apoio ao plano E-1 para criar um canal de ligação entre Jerusalém e a área de ocupação. O plano propõe a construção de 5000 quartos de hotel e 1500 unidades residenciais familiares.

 

Março 31: Durante um tour planejado pela área do E-1, fora de Jerusalém, o Primeiro Ministro Netanyahu disse aos moradores de Ma’ale Adumim que “o valor da área da Grande Jerusalém é igual ao da cidade de Jerusalém. Portanto as construções deste local continuarão como em Jerusalém”. Ele adicionou que tentará encontrar os recursos que possibilitem o inicio da construção de uma nova rodovia/túnel ligando o assentamento com Jerusalém.

 

– A municipalidade de Jerusalém Ocidental enviou notificações a 17 famílias palestinas, dizendo a elas que precisam se mudar do Campo Semud para um edifício vazio em Waqf por estarem em tendas construídas ilegalmente que serão demolidas em cinco dias.

 

– O Governo Israelense convoca para a construção de 1000 unidades habitacionais em Jabal Abu Ghneim como a primeira etapa de um grande projeto habitacional.

 

Março 1998: De acordo com o Ministro do Interior Israelense, 689 palestinos de Jerusalém perderam suas residências em 1996 e 258 desde o principio de 1997. Sob a liderança atual da policia israelense cerca de 60 mil palestinos estão arriscados a terem suas identidades e direito à moradia revogados.

 

– Israel anuncia sua intenção de abrir antigos locais islâmicos, judeus e cristãos para os turistas e para um parque arqueológico, que inclui uma rodovia principal para a Cidade Velha cujo caminho, segundo Israel, foi provavelmente utilizado por Jesus. O projeto deve ser finalizado em 2000 como parte dos planos israelenses de atrair a atenção de turistas competindo com as áreas de interesse turístico da Palestina.

 

Abril 1: Acompanhados de buldogues, oficiais da municipalidade de Jerusalém ocidental juntamente com um grande contingente da policia israelense destruíram as tendas e casebres do Campo Sumud na vizinhança de Sawaneh após ter dado às famílias três horas para remover seus pertences. Onze famílias se mudaram para um edifício vazio em Sheikh Jarrah.

 

Abril 7: Centenas de Palestinos marcharam através de Jerusalém como parte dos procedimentos do funeral de Bilal As-Salaymeh, que foi atingido pela polícia israelense em uma perseguição de carro noturna.

 

Abril 13: O Papa João Paulo II chamou a atenção de Israel por ameaçar a paz no Oriente Médio com suas “decisões políticas perigosas” sobre o status de Jerusalém, claramente se referindo à construção de assentamentos judeus na Jerusalém Oriental.

 

Abril 14: Vinte extremistas judeus estão proibidos de entrar na Mesquita de Al-Aqsa por guardas.

 

Abril 15: Uma corrida popular e uma caminhada às ruínas de Deir Yessin relembram o 50º. Aniversario do massacre que teve lugar na vila.

 

– Os EUA criticaram a polícia de Israel em Jerusalém.

 

Abril 23: Oficiais israelenses demoliram um pequeno acampamento beduíno em Nabi Samuel justamente do lado de fora da Jerusalém Oriental anexada por Israel.

 

Abril 29: O trabalhador palestino Wahil Sariri foi atingido e seriamente ferido por um judeu em Mea Shearim.

 

Abril 30: Cerca de 10.000 direitistas israelenses se reuniram em Mt. Abu Ghneim para assisitir o lançamento simbólico da pedra fundamental do assentamento de Har Homa.

 

– Durante a noite uma bomba caseira explodiu do lado de fora de uma casa de estudantes árabes nos arredores de Musrara, marcando o terceiro ataque desde que três jovens meninas estudantes árabes se mudaram para o local.

 

Maio 1:  A Universidade Hebraica (Mt. Scopus) mudou para expulsar cinco famílias palestinas de uma área próxima a Sheikh Jarrah, área esta que a universidade pretende utilizar para expandir a moradia universitária. A terra foi expropriada em 1968 mas a ordem era para que não fosse ativada até recentemente.

 

Princípios de Maio: O Primeiro Ministro Netanyahu cancelou uma regra que requeria que ele mesmo aprovasse qualquer ataque de judeus para se mudar para uma casa maior ou um complexo em áreas densamente habitadas por palestinos na Jerusalém Oriental. A regra foi aprovada em setembro de 1997 após o governo ter aprovado a construção de 132 unidades residenciais para judeus em terras compradas por Irving Moskowitz em Ras Al-Amud.

 

Maio 4: O Primeiro Ministro Netanyahu prometeu a representantes do Partido Religioso Nacionalista que as construções em Har Homa irão iniciar sem saber, no entanto, uma data específica.

 

Maio 5: Há’aretz relata que 1000 judeus vivem no Quarteirão Muçulmano da Cidade Velha.

 

– O Secretario Geral da Autoridade Nacional Palestina Tayeb Abdul Rahim nega a existência de um relatório Há’aretz em que o presidente Arafat concorda em nomear a capital da Palestina de Abu Dis ao invés de Jerusalém Oriental Árabe.

 

Maio 6: Assaltantes desconhecidos atingiram um assentado de Ateret Cohanim e o mataram na cidade velha. Em retaliação os assentados tomaram duas partes das terras de Burj Al-Laqlaq próximo a Lion´s Gate e uma casa em Herod’s Gate, que reclamam ter sido formalmente possuída por judeus.

 

– Assentados de Pisgat Ze’ev abriram fogo de dentro do seu carro na casa Awad, ferindo três membros da família. A casa pertence à guarda pessoa do Chefe de Segurança da Autoridade Palestina Jibril Rajoub.

 

Maio 7: Nasser Salah, 35, está atingido e moderadamente ferido por um atirador judeu próximo a rua Shiftei Yisrael na Jerusalém Ocidental.

 

Maio 13: Um construtor palestino Khairi Alkam, 51, foi atingido e morto enquanto seguia seu caminho para o trabalho por um atirador judeu na rua Shiftei Yisrael.

 

– Extremistas israelenses incendiaram Bab Al-Ghawanmeh, um dos portões que leva ao complexo de Al-Aqsa, destruindo uma parte substancial do antigo portão.

 

Maio 14: O secretario para relações exteriores do Vaticano Msgr. Jean-Louis Tauran disse ao La Republica: “Nós convocamos a comunidade internacional a conservar as características sagradas e unicas da Cidade Sagrada. Para atingir esse objetivo, o sagrado continua necessitando um status especial com garantias internacionais.”

 

– Jordan tem o responsavel israelenses por um ataque à fogo do conjunto da Mesquita de Al-Aqsa, que prejudicou seriamente os andamentos do processo de paz. “As forças israelenses de ocupação da cidade de Jerusalém provocaram a agressão” disse o Ministro das Informações Nasser Al-Lawzi.

 

Maio 15: Palestinos atiraram pedras em judeus após uma sexta-feira de orações em um protesto contra as tropas israelenses que mataram nove palestinos no dia de ontem durante a caminhada de Al-Naqba (catástrofe Palestina). A polícia israelense evacuou os judeus do Muro das Lamentações.

 

– O Canal 1 da TV israelenses relatou que oficiais de Ateret Cohanim planejam transformar a Caverna Zedekiah’s em Jerusalém em uma “Disneilandia religiosa exibindo temas bíblicos. O plano inclui a construção de um túnel que beneficia o Quarteirão Árabe da Cidade Antiga. Ateret Cohanim planeja construir um parque subterrâneo de 13 mil metros e já começou a arrecadar fundos.

 

Maio 18: O Instituto de Segurança Nacional Israelense disse que não compensará a família Alkam (veja Maio 13) pelo ataque terrorista de Khairi Alkam porque o assassinato não é considerado um ataque anti-israelense e a lei só se aplica a atos de terrorismo cometidos por grupos em guerra com Israel.

 

Maio 20: O Ministro da Segurança israelense ordena parar com a renovação de uma abobada no interior da Mesquita de Al-Aqsa que algumas vezes é utilizada por oradores. Um dos líderes do Alto Conselho Islâmico Mohammad Nusseibeh diz que Israel não tem o direito de ordenar o fim do trabalho.

 

– Palestinos preencheram uma petição na Alta Corte de Israel para anular o plano E-1 para a expansão de Ma’ale Adumim.

 

Maio 21: Governantes Israelensens recomendam a construção de 95 mil novas casas para judeus em torno de Jerusalém até o ano 2020 para assegurar que a proporção de judeus e árabes residentes em Jerusalém permanecem como no nível atual.

 

– Uma equipe de especialistas propôs ao Governo de Israel a expansão das fronteiras municipais de Jerusalém, através da incorporação de varias municipalidades judias-israelenses a oeste da cidade, no sentido de aumentar a população judia e fortalecer a infra-estrutura que liga Israel aos assentamentos dentro e em volta da Jerusalém oriental e ocidental.

 

Maio 22: Porta voz da Casa dos Representantes de Newt Gingrich dos EUA cancela uma visita ao espaço proposto para sediar a Embaixada dos EUA em Jerusalém após um pedido da Casa Branca.

 

Maio 23: Policial Israelense prendeu um oficial Palestino na Prefeitura de Jerusalém acusado de informar a Autoridade Palestina sobre compra de terras por judeus na Jerusalém oriental.

 

Maio 24: Israel celebra o “Dia da Libertação de Jerusalém” com um desfile de provocação de soldados e assentados que marcharam através de Jerusalém Oriental cantando slogans anti-arabes. Uma manifestação palestina-israelensen, organizada pelo Elo de Jerusalém, está acontecendo ao longo da parede da Cidade Velha sob o banner: “Dividindo Jerusalém – Duas Capitais para Dois Estados”.

 

Maio 25:  Cerca de 30 assentados de Ateret Cohanim acompanhados da policia israelense e cães de guarda invadiram a casa de Na’ila Jawdad Az-Zarou no Quarteirão da Mesquita da Cidade Velha, sumariamente expulsaram a família e atiraram seus pertences à rua, reclamando a propriedade da casa para os assentados. A Sra. Zarou não recebeu nenhuma notificação prévia para desocupar a casa.

 

Maio 26: Assentados israelenses de Ateret Cohanim instalaram uma série de casas móveis em um quarto de terra na Cidade Velha dentro do Portal de Herodes para pressionar a construção de um novo assentamento judaico no Quarteirão da Mesquita. Cerca de 12 apartamentos de 400 estudantes religiosos estão planejados para serem construídos no local. Embora as cabanas sejam demolidas mais parte pela Municipalidade de Jerusalém Ocidental, os assentados estão permitidos a manter sua presença no local que abriga escavações arqueológicas. O incidente foi fortemente criticado pela Jordânia e pelos EUA.

 

– O PLC aprovou a mudança do seu atual local de sessões de Ramallah para Burj Al-Laqlaq na Cidade Velha de Jerusalém. Após chegar ao local, os membros do PLC se chocaram com soldados israelenses que os forçaram a sair. O porta voz do PLC Abu Ala comentou: “Se os israelenses continuarem a agir deste modo, vão para o inferno os acordos”.

 

Maio 28: O Papa João Paulo II aceitando as credenciais do novo Embaixador Jordão para o Vaticano, afirmou: “A longa e conturbada história de Jerusalém irá alcançar uma nova oportunidade no ano 2000 com o terceiro milênio da aurora cristã”, e que  “é o meu mais ardente desejo que possamos estar próximos do reconhecimento formal com garantias internacionais do caráter único e santo da Cidade Sagrada”.

 

Maio 29: Durante o sermão de sexta-feira, o Imam (líder religioso) da Mesquita de Al-Aqsa conclama a nação Árabe e Muçulmana para vir e ajudar na libertação de Jerusalém da ocupação israelense.

 

– Autoridades do Governo de Israel uma vez mais rejeitaram um pedido do Papa João Paulo II de assegurar as garantias internacionais de proteção do status de Jerusalém.

 

Maio 1998: Wael Mohammed As-Surkhi foi atingido pelas costas por assaltantes desconhecidos nas vizinhanças de Mea Shearim.

 

Junho 1: A Companhia de Segurança de Jerusalém e os Serviços Públicos, liderados por Abdul Razeq Ghazzawi iniciaram o trabalho de vigilância nas ruas de Jerusalém. Os guardas, que vestem uniformes com um emblema da Al-Aqsa, fazem patrulha pela noite devido ao aumento de roubos nas lojas palestinas.

 

– Em apoio às ações dos assentados, Olmert, prefeito do Município de Jerusalém Ocidental esteve na cerimônia de abertura de um café no quarteirão muçulmano da Cidade Velha organizada pelos assentados de Ateret Cohanim que recentemente ocupara uma casa Palestina. Agradecendo os esforços de Ateret Cohanim, Olmrt disse: “Casa após casa, nós construiremos Jerusalém”.

 

– A polícia israelense agrediu Mohanned Sbeih de Beit Hanina e o deixou inconsciente enquanto ele se dirigia para casa saindo de um supermercado próximo.

 

Junho 2: Forças israelensens demoliram quatro casas palestinas dentro e em volta de Jerusalém: uma das quais em Jabal Al-Mukabber, At-Tur, Nabi Samuel e a vila de Biddu.

 

Junho 5: O Ministro israelense do interior aprovou a construção de 58 novas casas em um seminário judeu no Monte das Oliveiras. A terra em questão já foi utilizada por uma escola Palestina para moças da vila vizinha à At-Tur.

 

– O porta voz da Casa dos Representantes dos EUA Newt Gringrich se dirigiu ao Knesset dizendo que “Jerusalém é a capital indivisível de Israel” e encorajando a embaixada dos EUA a se mudar de Tel Aviv para Jerusalém.

 

Junho 6: Choques surgiram entre Palestinos e Judeus assentados do grupo Elad quando os assentados tomaram duas construções em Silwan.

 

Junho 7: Jerusalém Árabe e Khan Yunis foram aceitos como membros plenos da Federação Internacional das Cidades Unidas durante sua conferencia em Lile, na França, em que participaram 500 cidades de várias partes do mundo.

 

– Assentados judeus construíram duas casas em Nabi Samuel, abertamente apoiados pelo P.M. Netanyahu.

 

– Assentados judeus de Ateret Cohanim receberam permissão para permanecer em um espaço de 2000 metros quatrados no Quarteirão Muçulmano da Cidade Velha para conduzir uma “busca arqueológica” ao mesmo tempo em que a Prefeitura de Jerusalém Ocidental discute com assentados seus planos de construir casas para 400 estudantes judeus religiosos, professores e famílias no mesmo local.

 

Junho 8: Assentados judeus da Associação Elad tomaram quatro casas em Wadi Hilweh/Silwan levando o número de casas ocupadas por desabrigados para 17. Uma companhia privada de segurança de Israel paga pelo Ministro da Habitação está protegendo as casas.

 

– O departamento de antiguidades de Israel começou as escavações na disputada área do Portal de Herodes na Cidade Velha (ver Maio 26), chamando-a de uma significante área arqueológica; a busca está sendo financiada por Ateret Cohanim.

 

– O grupo ilegal Kach admitiu que pregou cartazes mostrando o P.M. Netanyahu vestindu keffiyeh e segurando ‘Liar” em alguns distritos de Jerusalém

 

Junho 9: O Departamento Israelense de Planejamento e Construção aprovou o plano de expansa de Beit Orot Yeshiva no Monte das Oliveiras. O plano apresenta a construção de 58 casas estudantis em um local que originalmente seria utilizada para uma escola para moças palestinas.

 

Junho 10: Forças israelenses agrediram e prenderam seis participantes estrangeiros de uma uma manifestação pacifica contra os invasores judeus de cinco casas em Silwan.

 

Junho 15: Al-Ayyam relatou que o porta-voz do Ministro do Interior de Israel confirmou a intenção do ministro de começar a troca das carteiras de identidade dos Palestinos da Jerusalém Oriental por cartões magnéticos.

 

– Forças israelensens demoliram três casas em Jabal Al Mukabber que foram construídas com permissão e em áreas denominadas como “espaço aberto”. A casa de Amim Shkirat abrigava oito pessoas, a de Riad Já’abid 15 e a de Sufian Ahmed Mashahereh 7.

 

Junho 16: O P. M. Netanyahu aprovou um plano de construir 95 mil novas casas para judeus em volta de Jerusalém incluindo 13 mil em áreas ocupadas por Palestinos. O plano está desenhado para fortalecer os laços entre os assentamenos isralenses de dentro e de fora da Jerusalém Oriental e prevenir que a proporção demográfica artificial de judeus em relação a palestinos penda em favor dos palestinos, dado às taxas de natalidade e de imigração da cidade. A decisão do gabinete foi fortemente criticada pela UE e os EUA.

 

– Forças israelenses destruíram duas casas em Beit Hanina, cada uma para seis pessoas, enquanto as duas famílias pagaram uma taxas de $ 1,300 para a Prefeitura de Jerusalém Ocidental pela licença para construir no “espaço aberto”.

 

Junho 18: Olmer, prefeito de Jerusalém Ocidental anunciou o plano de adicionar 140 mil casas à Jerusalém até o ano de 2020 para aumentar o numero de judeus residentes na cidade.

 

Junho 20: O governo de Israel aprovou um plano de expandir Jerusalém através da anexação de terras Palestinas e conectando a cidade com assentamentos israelenses no sentido de criar uma “Grande Jerusalém”. O plano inclui a anexação de áreas de judeus situadas ao oeste da cidade em território israelensen, o que fará a população de Jerusalém explodir com a incorporação de mais 30 mil judeus, e conclama uma “super-prefeitura” para a cidade e em área próxima ao assentamentos do  West Bank Judeu.

 

Junho 21: Membros do grupo de assentados judeus Elad ocuparam outra casa em Silwan, aumentando o número de casas palestinas ocupadas desde 8 de junho para cinco.

 

– O gabinete israelense deu sua aprovação preliminar para o plano de expansão das fronteiras municipais de Jerusalém (veja Maio 21).

 

– Junho 22: Cerca de 100 policiais de fronteira de Israel acompanhados de buldogues demoliram a csa de Mustafá Khalil At-Tin na vila de Al-Walajeh, próximo ao acampamento de Gilo, deixando dez pessoas sem casa.

 

– Membros do grupo de assentados de Elad atacaram a padaria da família Sinkorot no Portal da Corrente próximo à Mesquita de Al-Aqsa, alegando que estava localizada em terras confiscadas por Israel em 1967.

 

– O relatório da “Paz Agora” diz que janeiro a meados de junho o governo de Netanahu demoliu 68 habitações Palestinas na Jerusalém Oriental e em West Bank, comparado com 14 no mesmo período de 1997. Há’aretz relata que 249 habitações palestinas foram demolidas em 1997 em West Bank e Jerusalém Oriental.

 

Junho 23-25: Há uma condenação mundial, incluindo da parte dos EUA, do Vaticano, do Reino Fahd, Canadá, Turquia, Marrocos, Sec. Geral da ONU Kofi Annan, e PLC, sobre o plano israelense de expandir Jerusalém.

 

Junho 24: Cerca de 30 assentados judeus instalaram uma tenda em frente ao escritório do P. M. Netanyahu para protestar contra uma possível reorganização de West Bank.

 

– Pelo menos cinco palestinos foram feridos durante uma batida israelense em um casamento Palestino em Bab Hutta na Cidade Velha.

 

Junho 25: A Liga Árabe realiza reunião urgente sobre o plano israelense de expansão de Jerusalém; o Iran conclama um novo encontro a ser coordenado pelo secretariado do Congresso Islâmico.

 

– Forças israelenses destruíram duas casas palestinas construídas há três anos atrás na vila de Kataneh ao noroeste de Jerusalém, por enquanto nenhuma ordem de demolição foi expedida e uma reunião da corte ainda está para acontecer.

 

– Yerushala’im relata que Shimon Shetreet, o candidato a prefeito pelo Partido do Trabalho, anunciou seu apoio à construção de Har Homa.

 

Junho 27: Jerusalém Oriental observa uma greve geral comemorando o 31º. aniversario da anexação israelense.

 

Junho 29: Três palestinos estão feridos, um seriamente, após agressão de soldados israelenses durante uma batida de dois dias no Campo de Refugiados Shu’fat, em que casas foram revistadas, propriedades danificadas e carros com placas de licença expedidas pelos reguladores das áreas Palestinas foram confiscados. Após a batida, as forças Israelenses sitiaram o campo por vários dias.

 

Junho 30Yediot Aharonot relata a iminente introdução de um novo cartão de identidade magnético por Israel notificando que propostas de design foram publicadas.

 

– Um debate no Conselho de Segurança da ONU debate um plano Israelense para uma municipalidade “guarda-chuva” para Jerusalém. O embaixador dos EUA Bill Richardson disse que a decisão israelense “não ajuda este delicado momento de negociações.”

 

Junho: A porta-voz do Ministro do Interior de Israel disse que 178 identidades de Jerusalém foram confiscadas de Palestinos nos últimos três meses.

 

Julho 1: O jornal Al-Quds relatou que o Ministro do Interior de Israel esta revitalizando a idéia de introduzir novos cartões de identidade magnenticos para cidadãos e residentes de Israel, incluindo Palestinos de Jerusalém, considerados por Israel como “residentes permanentes do Estado de Israel.”

 

– Presidente Yasser Arafat, em uma reunião da da PLC, disse que o plano do P. M. Netanyahu de fortalecer o domínio de Israel sobre Jerusalém pode levar abaixo as ultimas esperanças de paz.

 

– A polícia de Israel cancelou um festival folclórico no Teatro de  Al-Hakawati organizado pelo Ministro da Cultura da Palestina.

 

Julho 2: O Conselho de Segurança da ONU começou seu debate sobre a expansão das fronteiras municipais de Jerusalém.

 

– Um encontro de Ministros de Relações Religiosas de 50 países muçulmanos no Cairo conclamou um apelo unitário contra as intenções israelenses de “judeizar” Jerusalém.

 

– Autoridades israelenses demoliram quatro casas Palestinas sem licença, três adjacentes a vila de Az-Zayim e uma em Al-Izzriyya.

 

Julho 4: Cerca de 600 manifestantes ser reuniram em frente ao Patriarcado Ortodoxo Grego conclamando uma interrupção das negociações de terra após ter ficado publico que o Patriarcado estava envolvido nos casos de venda de terras para israelenses.

 

Julho 5: Um comunicado assinado após um encontro no Cairo entre o Presidente Egípcio Mubarak, Rei Hussein da Jordânia e o Presidente da Autoridade Palestina Arafat afirma que “os lideres apresentam sua total rejeição sobre a “judaização” de Jerusalém.”

 

Julho 9:  Forças Israelenses destruíram a casa da família Shawamreh em Anata, alegando que teria sido construída ilegalmente.

 

Julho 12: Membros do grupo extremista de Hay Vekayam, escoltados pela policia israelense, entraram no jardim da Mesquita de Al-Aqsa ao que se referiram como o “primeiro passo”.

 

Julho 13: Um explosivo, colocado dentro de uma bolsa do lado de fora da Casa Oriental, explodiu e deixou um Palestino ferido.

 

– O Conselho de Segurança da ONU aprovou a seguinte declaração: “O Conselho de Segurança da ONU considera a decisão do Governo de Israel de 21 de junho de 1998, de adotar passos para expandir a jurisdição e as fronteiras planejadas de Jerusalém, uma medida séria e prejudicial. O Conselho conclama Israel a não proceder com a decisão e também não adotar nenhum outro passo que prejudique os resultados das permanentes negociações.”

 

Julho 19: Uma van cheia de explosivos foi detonada na Rua Jaffa.

 

Julho 22: Autoridades israelenses declararam sua intenção de expulsar Ghuzlan Abbasi de sua casa em Silwan sob o pretexto de que está construída em terra de pertencimento do Fundo Nacional Judeu.

 

– Arqueologistas isralenses escavando na Vila Silwan anunciaram que Silwan foi construída há 3000 anos atrás antes da Era Hebraica e não por Rei David como reclamado pelo Governo Israelense.

 

Julho 27: Um extremista israelense atingiu e feriu Musa Thalji, 18, de Suwaneh, na área sionista de Jerusalém Ocidental.

 

Julho 28: Há’aretz relata que a venda de casas durante os primeiros cinco meses de 1998 em Jerusalém Ocidental e Oriental e no assentamento de Ma’ale Adumim cairama em 49,6% e 58,3% respectivamente, comparado com o mesmo período de 1997.

 

Julho 29: Em uma reunião no Comitê de Jerusalém o Rei de Marrocos, Hassan, anunciou um fundo especial para investimentos na Jerusalém Oriental Árabe (Beit Al-Mal).

 

Agosto 3: Moradores de Ma’ale Adumim iniciaram os primeiros passos de uma nova vila, consistindo na construção de 40 casas.

 

– Forças israelenses demoliram mais uma vez a casa da família Shawamreh próximo a Anata, que tinha sido previamente reconstruída por voluntários israelenses e estrangeiros.

 

Agosto 5: As autoridades israelenses demoliram um galpão em At-Tur por ter sido construído sem uma licença.

 

Agosto 6: Após dez anos em Cantebury (Lambeth Conference) os bispos anglicanos de várias partes do mundo votaram em favor de fazer de Jerusalém a capital de dois Estados: Israel e o Estado Independente da Palestina.

Agosto 7: Yerushala’im fez um relatório sobre a compra por $ 1,1 milhões de dois apartamentos pelo grupo Amaná no Quarteirão Muçulmano de Jerusalém.

 

Agosto 9: Al-Ayyam relata que Israel ratificou o projeto de abertura da Rodovia Número 16 conectando o assentamento de Ramot à Ma’ale Aduim, envolvendo o confisco de 53 dunums de terra Palestina das áreas de Mt. Scopus e Mt. of Olives.

 

Agosto 12: Em um novo ataque aos direitos dos residentes de Jerusalém Oriental, o Ministro do Interior de Israel planeja abolir o uso das permissões de transporte para a Jordânia e substituí-las por documentos de laissez passer.

 

Agosto 13: Extremistas judeus atiraram fogo a três carros na área de Musrara próximo ao Portal de Damasco.

 

Agosto 15: O prefeito de Jerusalém Ocidental e o Ministro da Habitação estão considerando um plano de construção de uma nova vila para religiosos judeus na área entre Neve Ya’acov e Pisgat Ze’ev.

 

– Cerca de 35 americanos e ativistas de paz israelenses chegaram em Anata para ajudar a reconstruir a casa da família Shawamreh após ter sido demolida pela segunda vez em 03 de agosto.

 

Agosto 17:  O Ministro da Habitação de Israel anunciou sua apreciação de um plano para expandir Neve Ya’acov com a construção de mais 1000 unidades habitacionais.

 

Agosto 20: Um festival será realizado em Gaza sob o patrocínio do Presidente Arafat em memória ao ataque à Mesquita de Al-Aqsa há 29 anos atrás.

 

Agosto 22: A prefeitura de Jeruasalém ocidental possui três ordens de demolição sobre proprietários da vila de Qattana com a alegação de que construíram sem licença.

 

Agosto 25: Oficiais do Alto Conselho Islâmico, o PLC e diplomatas estrangeiros compareceram a um protesto na Mesquita de Al-Aqsa contra a presença de soldados israelenses dentro do complexo e seus freqüentes ataques contra os guardas e oradores de Al-Aqsa.

 

– O Lobby pelos Direitos Humanos em Jerusalém – composto por 10 ONG´s – conclamou o fim do confisco de identidades e o fechamento, assim como uma rápida solução, da casas miseráveis dos Palestinos de Jerusalém.

 

Agosto 26: O campo Sumud celebra seu primeiro aniversario.

 

Agosto 27: Um grupo de isralenses desenterrou mais de 700 arvores pertencentes a vila de Nabi Samuel.

 

Agosto 28: A prefeitura de Jerusalém Ocidental aprovou a construção de 132 casas no coração de Rãs Al-Amud.

Agosto 30:  O Departamento Waqf acusou grupos extremistas judeus de planejar explodir a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Pedra.

 

Setembro 2: Três casas de madeira pertencentes a Mohammed Salayla, que abrigavam 14 pessoas foram revistadas por buldogues israelenses no Vale Jamal, a leste de Al-Izzaryya pela terceira vez.    

 

Set. 5: Mohammed Al-Karaki, 30, do Campo de Refugiados de Shu’fat, morreu após uma ambulância israelense ter recusado ir até a sua casa e providenciar assistência médica quando ele teve um ataque cardíaco. Logo em seguida ocorreram conflitos entre campos de residentes entre as forças israelenses e quatro palestinos foram feridos.

 

Set. 8: Foram renovadas as intenções israelenses de construir um novo assentamento próximo à Burj Al-Laqlaq na Cidade Velha de Jerusalém.

 

Set. 9: O primeiro ministro israelense apresentou uma lista de 20 instituições que estariam operando ainda em contrário aos Acordos de Oslo, incluindo a Casa do Oriente, o Waqf Affairs, Maqassed Hospital, Al-Quds University, Open University e WAFA. Membros do governo Palestino rejeitam o relatório.

 

Set. 10: Kamla Asha’bani (34) do Campo de Refugiados de Shu’fat e mãe de quatro crianças foi baleada durante um confronto com forças israelenses e morreu no Hospital Hadassah em 13 de setembro.

 

Set. 15: Durante uma conferencia de imprensa, B’Tselem e Hamoked relataram que o ministro israelense do interior pediu o apoio do Instituto de Segurança Nacional para desalojar palestinos que tiveram seus direitos habitacionais revogados. Eles adicionaram que o número de certidões de identidade canceladas em Jerusalém pulou de uma média de 30 por ano (1987-1995) para mais de 600 (desde 1996).

 

Set. 15: A corte israelense sentenciou Ahmad Hamdan, 81, paralítico a ficar 1000 dias preso ou pagar uma taxa de NIS 100,000 por ter construído um segundo piso em sua casa em Silwan sem uma permissão.

 

Set. 18: Uma pesquisa Gallup conduzida por Ma’ariv entre judeus e não judeus demonstrou que 61% estão contrários à construção de um Estado Independente da Palestina com presença em Jerusalém.

 

Set. 21: Se dirigindo à Assembléia Geral da ONU, o presidente iraninal Khatami disse que Al-Quds Ash-Sharif deveria ser a casa do dialogo e do entendimento, e que segundo uma divida histórica, sua voz fala intensamente contra o racismo e o sionismo. Ele adicionou que as grandes religiões monoteístas podem viver pacificamente juntas na cidade, mas as regras estabelecidas por Israel fizeram tal coexistência impossível.

 

Set 24: Uma bomba de 1 kg explodiu em um ponto de ônibus em Mt. Scopus, ferindo um soldado israelense e danificando os carros estacionados próximo ao local assim como as janelas das casas da redondeza.

– Há’aretz relata que sobreviventes da Casa do Oriente fotografaram e mapeara cerca de 1000 casa em Jerusalém ocidental, habitadas por árabes antes de 1948, antes de serem ocupadas por judeus, durante a preparação para as conversações finais. Membros da Autoridade Palestina também formalizaram um pedido a Turquia para receber todos os registros e dividas de terras ligada a propriedades em Jerusalém dos tempos do domínio Otomano sobre a Palestina.

 

Set. 30:  Durante o Yom Kippur, assentados judeus jogaram pedras e garrafas em carros que passavam por Jerusalém Orienta. Devido ao fechamento total imposto por Israel nos feriados judeus, muitos professores e doutores não puderam chegar ao local de trabalho.

 

– Um grupo de sobreviventes da Casa Oriental começou a fotografar e mapear 1000 casas palestinas (pré-guerra de 1948) em Jerusalém Ocidental.

 

Set.: Uma pesquisa de opinião coordenada por Biladi-The Jerusalém Times encontrou que 35% de Palestinos originários de Jerusalém estão a favor de participar da futura eleição para prefeito de Israel, enquanto 54% estão contrários. Nas últimas eleições cerca de 12% de residentes palestinos votaram. Fontes Palestinas dizem que estes números não são reais.

 

– Al-Ayyam relata que há um projeto israelense para estabelecer um sistema de trens em Jerusalém até 2004. O trajeto será entre Pisgat Ze’ev via rua Jaffa até Mt. Herzi em Jerusalém Ocidental.

 

Out. 1: Em um discurso na Assembléia Geral da ONU, o Ministro de Relações Exteriores da Jordânia, Abdallah Khatib conclamou Israel a parar de construir casas para judeus em Jerusalém.

 

Out. 2: Assentados judeus atiraram bombas de fogo em casas Palestinas em At-Tur, ateando fogo em um dos quartos da casa de Kamal Az-Zein.

 

Out. 6:A polícia israelense patrulha Jerusalém e as ruas da cidade baixa enquanto centenas de judeus rezam no muro ocidental para celebrar o feriado Sukkot.

 

Out. 7: A polícia israelense previne a entrada do grupo do Templo Mount Faithful no complexo da Mesquita de Al-Aqsa para conseguir a reconstrução do terceiro Templo Judaico. Durante a marcha liderada por Gershon Solomon, o grupo gritava que “a ocupação árabe do Templo Mount terminou para sempre” e tenta colocar um caminhão carregando uma peça de mármore para o novo templo.

 

Out. 8: Cerca de 30 mil cristãos pró-sionistas de todas as partes do mundo e nacionalistas israelenses participaram da marcha anual até Jerusalém celebrando a fundação de Israel. A marcha foi organizada pela Prefeitura de Jerusalém Ocidental e pela Embaixada Internacional Cristã em Jerusalém.

 

– O prefeito de Jerusalém Ocidental, Olmert, presidiu a cerimônia organizada por Ateret Cohanim durante a qual três famílias tomaram a posse de uma casa no Quarteirão Muçulmano na Cidade Velha.

 

Out. 9: Um grupo desconhecido ateou fogo ao prédio da Sociedade Burj Al-Laqlaq na Cidade Velha, destruindo móveis, papeis e equipamentos.

 

Out. 15: Cerca de 30 direitistas de Israel liderados por MK Benny Elon da extrema direita do partido Moledet se mudou para um prédio antigo em Shikh Jarra, alegando ser uma sinagoga abandonada, algumas horas antes da convenção da Wye Plantation.

 

– O representante do Vaticano na Jordânia, Monsenhor Dominique Rezeau disse que o Vaticano se opôs a expansão de Israel através das fronteiras a oeste de Jerusalém e a construção de assentamentos judeus na Palestina.

 

Out. 18: Após conversas com o Presidente Egípcio, Mubarak, o Arcebispo de Relações Exteriores do Vaticano, Jean-Louis Tauran disse que o futuro do Oriente Médio não pode se separar do futuro de Jerusalém e de uma solução para os locais sagrados e áreas de oração da cidade.

 

– A família Ghuzlan, moradora de Silwan, cercada de casas que foram tomadas pelos extremistas judeus do grupo Elad, relatam que os assentados judeus ameaçaram invadir o edifício em 17 de outubro. O Elad nega, dizendo que estava praticando uma resposta a ataques terroristas em uma casa vizinha.

 

Out. 20: Ha’aretz relatou que quatro países ocidentais – França, Holanda, Noruega e Canadá – se negaram a participar de uma Conferencia Internacional de Segurança Máxima porque o encontro está ocorrendo na ocupada Jerusalém Oriental.

 

Out. 22: Uma pesquisa feita pelo Centro de Analises Políticas da Palestina e conduzida por Zogby Internacional mostrou que a maioria dos Americanos (81,5%) concordam que Jerusalém deveria ser uma cidade partilhada e não exclusiva de Israel.

 

Out. 23: Por cinco dias consecutivos as autoridades Israelenses, em cooperação com a Prefeitura de Jerusalém Ocidental, continuam sua campanha contra comerciantes da Cidade Velha, assim com em Salah Eddin, Sultan Suleiman e Rua St. George.

 

Out. 26: Durante dois dias de simpósio organizado pelo Patriarcado Latino, o Ministro de Relações Exteriores do Vaticano Jean-Louis Tauran disse que o Vaticano quer tomar parte nas próximas negociações Israelenses-Palestinos sobre o futuro de Jerusalém e conclama um “status internacional especial” para os locais sagrados. Ele também reiterou que a posição do Vaticano é de que Israel está ocupando Jerusalém ilegalmente.

 

– O primeiro ministro israelense Netanyahu reiterou sua intenção de construir um assentamento em Har Homa.

 

– A policia israelense prendeu o americano-israelense Yonatan Dadovich de Ramot, suspeito de assassinar e atacar a facadas palestinos no quarteirão Mea Shearim. De todo modo, no outro dia ele foi solto por falta de “provas definitivas”.

 

Out. 27: Em uma conferencia de imprensa na Casa Oriental, facções palestinas e figuras públicas reiteraram que não reconhecem a autoridade da prefeitura de Jerusalém Ocidental em Jerusalém Oriental e por isso irão boicotar as eleições da prefeitura em 10 de novembro.

 

– Buldogues israelenses foram soltos em terras pertencentes a Anata que estão sendo preparada para a construção de um enorme assentameno Almon e campo militar israelense de Anaton.

 

Out. 28: O corpo de um homem palestino de 44 anos de Beit Umar, próximo a Hebron, foi encontrado no quarteirão Mea Shearim.

 

– A polícia de Israel permitiu que extremistas de direita MKs Benny Eilon, Michael Kleiner, Moshe Peled e Nissan Slomiansky comecem a construir uma barreira em Rãs Al-Amud onde extremistas judeus planejam construir um novo assentamento.

 

Out. 30: O P. M. Israelense Netanyahu anunciou a disposição de 1 milha pra manutenção da segurança nos assentamentos israelenses em Jerusalém. 

 

Nov. 1:  Com uma luz verde do P. M. Netanyahu e protegido pela polícia israelense, assentados judeus liderados por Ateret Cohanin começaram a nivelar a terra em Ras Al-Amud.

 

– Israel começou a trabalhar em uma rodovia para ligar o planejado assentamento de Har Homa à via No. 20. A rodovia irá engolir centenas de acres de terra agricultável pertencente a camponeses palestinos das vilas da região.

 

– No Voice of Palestine proeminentes Palestinos comentaram um artigo que saiu no semanário israelense Kol Ha’ir sobre uma decisão do comitê ministerial de Israel de alocar $ 1,25 milhões para cavar túneis sob a Cidade Velha de Jerusalém. Um jurista de Jerusalém e o Sheik Palestino Ekrma Sabri dizem que há sob a Cidade Velha um sistema de água do tempo romano e islâmico. Faisal Husseine disse que Israel pode não realizar mudanças em Jerusalém até que as negociações de paz tenham terminado.

 

– O Diretor da Waqf Adnan Husseine disse que são as atitudes unilaterais de Israel que colocam em risco as construções históricas da Cidade Velha.

 

Nov. 2: A família Ghuzlan de Silwan recebeu um último alerta para evacuar sua casa em 20 dias; a casa será transferida aos assentados judeus do grupo Elad.

 

– Choques emergiram entre manifestantes palestinos e tropas israelensens em Ras Al-Amud.

 

Nov. 4: O Embaixador Israelense no vaticano Aharon Lopez rejeita a possibilidade de qualquer participação direta do Vaticano nas negociações sobre o futuro status de Jerusalém como solicitado pelo Vaticano.

 

– Autoridades israelenses escalaram suas medias de monitoramento e inspeção de bens que chegam a Jerusalém de vários distritos Palestinos através da pilhagem das lojas Palestinas.

 

– A Rússia condenou a construção de novos assentamentos judeus em Jerusalém Oriental.

 

– Saiu no Al-Quds uma frase do P.M. Netanyahu: “Nós estamos lutando por cada metro de Jerusalém; nós iremos construir Abu Ghneim; nós estamos trabalhando para minimizar desvios dos parâmetros do Acordo de Oslo.”

 

Nov. 6: Dois suicidas palestinos morreram em um atentado no centro de Jerusalém.

 

Nov. 9: Shin Bet prendeu quatro membros de uma célula do Hamas em Jerusalém por envolvimento no assassinato de um estudante Yeshiva em fevereiro.

 

Nov. 10: As eleições para a prefeitura de Jerusalém Ocidental terminaram com vitória dos partidos religiosos em quase metade dos assentos 31 (Cinco para Shas, Sete para Agudat Israel e três para Partido Religioso Nacional). O Prefeito Ehud Olmert foi reeleito pela maioreia, enquanto sua chama para o conselho da cidade levou apenas duas cadeiras. O número de votantes ficou em menos de 50%. Os Palestinos se abstiveram de votar nas eleições. Somente 6,5% de votantes elegíveis (cerca de 4.500 pessoas) colocaram seus votos nas urnas palestinas em Jerusalém Oriental, o que também inclui urnas utilizadas por israelenses na Cidade Velha.

 

– Grupo de desconhecidos irromperam na Corte Islâmica em Jerusalém pela noite. Mufit Ikrama Sabri ordenou que a corte fosse fechada até que fosse checado se algum arquivo estava faltando.

 

Nov. 12: O Governo Israelense advertiu que serão construídas 1025 novas casas no controverso assentamento judeu de Har Homa em Jabal Abu Ghneim.

 

Nov. 14: Se dirigindo a uma manifestação em Nablus, Arafat reiterou: “Nós iremos declarar nosso Estado Independente em 04 de maio de 1999 com Jerusalém como capital, sim jerusalém, a eterna capital do nosso Estado, querendo eles ou não. Agora nós estamos em nossa terra e estamos reconquistando esta terra sagrada metro por metro até que tenhamos o nosso estado em 1999.”

 

Nov. 15: A pavimentação da rodovia 70, desenhada para ligar os assentamentos de Almon e Kfar Adomim, envolvendo terra pertencente aos palestinos de Anata e Hizma.

 

Nov. 16: Observadores Palestinos para o Al-Kidwa da ONU conclamam uma sessão de emergência da Assembléia Geral da Onu à luz da decisão israelense de convidar trabalhadores para a construção de Jabel Abu Ghneim.

 

Nov. 22: Cerca de 50 manifestantes do “Paz Agora” junto com vários Palestinos liderados por Faisal Husseini, fizeram um protesto em frente a casa da família Gozlan em Silwan ameaçados por uma ordem de desocupação.

 

– Israel reverteu o controle do Colégio da Terra Santa na Quadra Paris em Jerusalém Ocidental – utilizada pela Universidade Hebraica durante 50 anos – para seus donos franciscanos.

 

Nov. 24: O Cardeal Pios Lagi, chefe da Conferencia de Educação Católica disse em Roma que porque Jerusalém está cercada por um muro de assentamentos judaicos e muçulmanos, as comunidades estão vivendo como em guetos.

 

Nov. 27: Israel está planejando gastar $ 1,2 milhões em medidas de segurança na Mesquita de Al-Aqsa instalando cerca elétrica e câmeras.

 

Nov. 28: O Ministro Israelense da Habitação submeteu os planos de construção ao Comitê Distrital Israelense para estabelecer um novo assentamento de 1300 casas na parte norte da cidade (entre Pisgat Ze’ev e Neve Ya’acov).

 

Nov. 29: Forças israelenses destruíram uma casa de dois andares de Sharif Ahmad Muhammad, 65, em Beit Hanina, por ter sido construída em área verde, quatro dias após ele ter recebido uma ordem de demolição da prefeitura de Jerusalém Ocidental.

 

Nov. 30: Forças israelenses demoliram uma casa pertencente a Daoud Aturshan, 32, em Sur Baher, por ter sido construída sem uma permissão.

 

– Autoridades israelenses destruíram dois rebanhos com 40 ovelhas e 14 cavalos em Jabal Al-Mukabber pertencentes a Khalaf Ibeidia.

 

Dez. 1: Cerca de 100 israelenses lavradores examinaram possíveis locais de construção do assentamento de Har Homa segundo alegaram oponentes do projeto.

 

Dez. 2: Um extremista israelense feriu de morte Usama Natsheh em Athouri (Abu Tor); deixando esposa e seis filhos. Ao menos 10 pessoas, incluindo um padre cristão e um garoto palestino de 9 anos foram feridos em Jerusalém Oriental quando manifestantes tomaram as ruas para protestar contra o assassinato.

 

Dez. 7. Nasser Mohammed Ereqat foi ferido na cabeça por uma bala revestida de borracha lançada por soldados israelenses, ele estava no telhado da casa em Abu Dis após ouvir choques no centro da vila. Ele está declarado clinicamente morto pelo hospital.

 

Dez. 11. Um relatório preparado pelo Centro de Pesquisas da Terra da Sociedade de Estudantes Árabes da Casa Oriental afirma que autoridades da ocupação israelense demoliram cerca de 2000 casas árabes na área de Jerusalém desde 1967.

 

Dez. 18: Começou o trabalho do túnel de $ 180 milhões sob Jerusalém, bairro de Mt. Scopus, para ligar a malha viária de Israel com o assentamento de Ma’ale.

 

– Uma terceira família judaica se muda para uma casa em Ras Al-Amud.

09) Cronologia 1997

Janeiro

Jan. 8.: Cerca de doze estudantes yeshiva (escolas religiosas) se mudaram para uma construção recém adquirida no Quarteirão Cristão da Cidade Velha.

Jan. 14: Continua a remoção forçada de 400 Beduínos de terras marcadas para a expansão do assentamento de Ma’ale Adumim.

Jan. 15: Guardas da fronteira atiraram e mataram Ahmed Shreihat de Yatta após ele ter se recusado a parar seu carro depois deles terem ordenado que parasse.

Jan. 19: Policia israelense percorreu varias instituições em Jerusalém Oriental com o pretexto de que estavam relacionadas com a ANP (incluindo: Departamento de Mapas da Sociedade de Estudantes Árabes; Centro Palestino de Micro-Projeto; Clube dos Prisioneiros).

Jan 22.: O Comitê Ministerial de Jerusalém se encontrou para discutir o fortalecimento da soberania israelense sobre a cidade. Entre as recomendações está a criação de um elo territorial entre Jerusalém Oriental e o assentamento de Ma’ale Adumim.

Jan. 29: O Ministro do Interior Israelense Eli Suissa disse ao Knesset que o Minisitro apreendeu cerca de 600 carteiras de identidades de moradores de jerusalém palestinos.

Jan. 1997: Em várias etapas durante o mês as forças israelenses esvaziaram o Jahalin Bedouins.

– O Comitê Ministerial de Israel para as questões de Jerusalém ouviu propostas de reforçar a dominação em Jerusalém Oriental e aprovar US$ 43 milhões para o desenvolvimento de infra-estrutura na parte leste da cidade. Outra proposta inclui a realocação de vários departeamentos governamentais para Jerusalém Oriental e a expansão dos assentamentos e rodovias em torno da cidade.

– A alta corte de Israel regulamentou a evacuação da família Ghuzlam de sua casa em Silwan dentro de um ano no sentido de que será mantida pela organização sionista Keren Kayment como a verdadeira terra do terreno.

– A alta corte de Israel fez uma lei em apoio às ações do Ministro do Interior de seqüestrar as carteiras de identidade dos palestinos que vivem fora das fronteiras municipais ou do país.

Fevereiro

Fev. 7: Guerreiros libaneses estão levantando uma guerra de atrito contra Israel no sul do Libando e marca o “Dia de Jerusalém” com paradas militares e convocações para uma guerra sagrada para reconstruir a cidade.
– A última sexta-feira do Ramadan, cerca de 300 mil oradores enchiam o complexo de Haram Al-Sharif muito bem observado por 2.500 policiais israelensens.

Fev. 18: O Comitê Ministerial das Relações de Jerusalém aprovaram um plano de extender as três maiores rodovias em Jerusalém Orienta, para separar as vilas árabes do resto da Faixa de Gaza e pra conectar o assentamento judeu de Givat Ze’ev, Neve Yacov e Ma’aleh Adumim para Jerusalém: construção das super vias no. 45 e 4 (o que conecta Jerusalém com a super via 45), construção do Anel Rodoviário Leste, incluindo a rodovia Mt. Scopus e um avançado plano para a Super via 80.

Fev. 19: A polícia de Israel revistou uma série de instituições em Jerusalém Oriental, incluindo o Departamento de Mapas da Sociedade de Estudos Árabes, o Centro de Micro-Projeção, o Clube de Prisioneiros e a Escola Um Imara sob a alegação de estarem ligadas à ANP.

– As últimas 17 de 55 famílias da tribo Jahalin foram forçadas a sair de seu acampamento para dar espaço à expansão do assentamento de Ma’ale Adumim.

Fev. 26: O Comitê Ministerial dos Assuntos de Jerusalém aprovou a construção de 6.500 unidades habitacionais, com 2.500 para serem construídas em primeiro lugar em Har Homa em Jabel Abu Ghneim. Também decidiu considerar a construção de 3015 casas para a população Palestina em Jerusalém (450 em Beit Safafa, 500 em Suwahreh, 75 em Jabel Mukabber, 70 em Abu Tor, 130 em Silwan, 629 em Ras Al-Amd, 480 em Ash-Sheikh, 70 em Suwaneh, 120 em A-Tur e 500 em Issawiya).

Fev. 1997: Dois palestinos foram baleados e feridos por soldados israelenses na rua Salah Eddin e próximo ao Portal de Damasco.

– Oficiais israelenses do Ministério do Interior e o Instituto de Segurança Nacional continuam revistando casas Palestinas na Cidade Velha, Dahiet Al-Barid, A-Ram, Izzariyeh e Jabbel Mukabber na busca por residentes ilegais na cidade de Jerusalém e portadores de Carteiras de Identidade que morem além dos limites da cidade.

– A corte da Prefeitura de Jerusalém Ocidental ordenou a interrupção da construção de 33 casas palestinas e duas mesquitas em Jerusalém Oriental com a alegação de estarem sendo construídas sem uma permissão.

Março

Mar. 3: O Ministro da Defesa Yitzhak mordechai aprovou o plano E-1 para a expansão dos assentamentos, o que inclui ordens de expropriação de milhares de terras para construir 1500 casas e 3000 quartos de hotel em dez novos hotéis para serem construídos no espaço de 3000 dunums entre o assentamento de Pisgat Ze’ev em Jerusalém Oriental e o assentamento de Ma’ale Adumim na faixa de Gaxa. A execução do plano não é esperada para iniciar pelo menos por três anos.

– Palestinos planejam uma greve geral para protestar contra o plano israelense de construir o assentamento de Har Homa em Jabel Abu Ghneim.

Mar. 4: O P. M. Netanyahu ordenou atirar em quatro oficiais palestinos em Jerusalém sob a alegação de serem membros da ANP.

Mar. 7: Os EUA vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU crítica à decisão de Israel de construir o assentamento em Jabel Abu Ghneim.

Mar. 10: O Governo Netanyahu anunciou sua decisão de permitir judeus a utilizarem a Mesquita de Al-Aqsa como local de orações.

Mar. 12: A ONU votou uma resolução condenando os planos de Israel de construir o assentamento de Har Homa em Jabel Abu Ghneim com 130 votos a favor e dois contra – EUA e Israel.

– O Ministro israelense de Segurança Interna, Avigdor Kahalani anunciou a decisão governamental de recuar do fechamento de instituições palestinas em Jerusalém oriental (alvo da acusação de serem filiadas a OLP/ANP).

– Uma carta assinada pelo assessor jurídico do P. M. Netanyahu que anuncia a não ilegalidade do religioso judeu rezar no complexo de Al-Aqsa levantou preocupação entre os membros do Waqf e outros Palestinos.

Mar. 16: Israel anunciou um plano de confiscar centenas de terras da região de Anata para a expansão do assentamento de Talmond.

Mar. 17: O jornal israelense Ma’ariv relata que o presidente da ANP Yasser Arafat demandou o cancelamento do plano de assentamentos E-1. Em retorno à Palestina consentiu com construção de Har Homa, ele exige um acordo “silencioso” de Israel não expropriar e construir em Jerusalém Oriental até o final das negociações de paz.

Mar. 18: O Primeiro Ministro Netanyahu executou a decisão de começar a construir em Mt. Abu Ghneim do assentameno de Har Homa. Mesmo com a condenação internacional e um grande protesto local as construções em Jabel Abu Ghneim começaram no mesmo dia.

Mar. 19: Protestos violentos emergiram em resposta a construção de Mt. Abu Ghneim, resultando em dezenas de feridos.

Mar. 20: Cinco famílias extremistas judias tomaram e se mudaram para cinco apartamentos construídos em Wadi Hilweh/silwan (se somando às 17 familias judaicas e 30 estudantes yeshiva que também ocupam de forma ilegal casas neste local).

– O jornal israelense Há’aretz relata que o P. M. Netanyahu prometeu ao Rei Hussein que Israel irá congelar os assentamentos em Jerusalém oriental após Har Homa. Secretários de Netanyahu negam ter feito tal compromisso.

– Os primeiros choques ocorreram entre as tropas israelenses e manifestantes Palestinos mobilizados no principio da construção de Har Homa.

Mar. 21: A Organização da Conferencia Islâmica organizou uma reunião de emergência em Islamabad e aprovou uma declaração especial afirmando que Jerusalém é uma parte indispensável dos territórios ocupados da Palestina.

Mar. 22. Os EUA vetaram uma segunda resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando os planos israelenses de construir assentamentos em Jabel Abu Ghneim.

Mar. 27: O Comitê Al-Quds se reuniu em Rabat.

– Dois explosivos fabricados foram encontrados em um poço de drenagem próximo à Mesquita de Al-Aqsa.

Mar. 28: Os jornais de Israel relatam que o prefeito da Municipalidade de Jerusalém Ocidental Ehud Olmert está insistindo em revitalizar velhos planos de fechar o Campo de Refugiados palestinosde Shu’fat, que é o único campo que fere as fronteiras municipais da cidade de Jerusalém.

– Ministro da Defesa Mordechai aprovou o deposito de um plano de construção de 1550 casas no assentamento de Givat Ze’ev, ao norte de Jerusalém.

Mar. 1997: Qatar sedia um festival de uma semana sobre Jerusalém.

– A prefeitura de Jerusalém Ocidental decidiu não autuar construções realizadas em West Bank para residentes que possuem terra em Jerusalém.

– Membros do Waqf relatam que há novas escavações israelenses debaixo da Mesquita de Al-Aqsa.

Abril

Abr. 1: O Conselho da Cidade de Jerusalém alocou US$ 90.000,00 para planejar um novo assentamento israelense com 28 unidades habitacionais em área anexa a vila Palestina de Abu Dis.

Abr. 18: O Ministro do Interior Israelense Eli Suissa disse, em uma mensagem para acadêmicos israelensens (o primeiro como ministro israelenses) que todos os esforços deveriam ser feitos para aumentar a população judaica em Jerusalém oriental para 80% e expandir as fronteiras da “Grande Jerusalém”.

Abr. 24: Palestinos reclamam a ONU que considerem a imposição de sanções econômicas sobre Israel em um debate dentro da ONU sobre um novo assentamento judaico em Jerusalém que fez tremer os movimentos pela paz.

Abr. 25: Uma sessão especial de emergência da Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução com 134 votos a favor e três contra (EUA, Israel e Micronésia) para uma interrupção na construção de Har Homa e o fim de todas as atividades de implantação de novos assentamentos nos territórios Palestinos.

Abr. 30: Soldados israelenses atiraram e mataram um jovem próximo a vila de Hizma após o carro que ele estava dirigindo não ter parado após uma ordem de parar.

Abril 1997: MBC alcança organizar uma campanha de arrecadação de fundos mundial para a Jerusalém Árabe Oriental.

– Como parte do seu plano do Portal da Páscoa, Israel começou a expandir o assentamento de Adam sobre as terras de Hizma e da Vila Anata.

Maio

Mai. 6: A casa de Nabil Fahmi Taha´s em Beit Hanina, uma família de nove membros, foi demolida. Não foi dado tempo a família de remover seus pertences de dentro da casa.

Mai. 9: O corretor de terras palestino em Jerusalém Farid Al-Bashiti, conhecido por negociar terras com Israele foi morto em Ramallah.

Mai. 11: Há’aretaz relata que a Prefeitura de Jerusalém Ocidental e o Ministro do Interior tem trabalhado em um plano secreto para desenvolver uma “super-prefeitura de Jerusalém”. O plano traria alguns assentamentos de West Bank para a área da grande Jerusalém que Israel anexaria após a determinação do status permanente da cidade.

Mai. 24: LAW, a Sociedade Palestina para a Proteção dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente venceu uma venda ilegal de terras na vila Palestina de Silwan contra uma companhia judaica de aquisição de terras “Elad”. A Suprema Corte de Israel alega que os documentos sobre os quais a venda da terra foi baseada são fraudulentos e ilegais, e que a propriedade deve voltar para os proprietários originais.

Mai. 27: O jornal Ma’ariv citou Ehud Olmert, prefeito de Jerusalém Ocidental, que declarou em uma conferencia de imprensa em Jerusalém: “Eu não gosto do crescimento da população não judaica em Jerusalém.”

Mai. 28. Tratores da prefeitura de Jerusalém Ocidental destruíram a casa da família Al-Banna em Silwan.

Mai. 29: O partido Meretz relata que Israel confiscou 30.000 dunums de terra Palestina em West Bank desde janeiro de 1997, incluindo 20.000 dunums de terra localizados na área de Jerusalém.

Maio 1997: O milionário judeu Irving Moskovitz comprou uma propriedade de US$ 5 milhões de um agricultor Armenian Bishop Ajamian, que vive no estrangeiro após ter sido expulso de sua igreja por seu envolvimento em um caso de corrupção em Israel – no Monte das Oliveiras para transformá-la em uma Yeshiva.

– Os protestos de Waqf contra o governo de Israel por tentar mudar os caracteres islâmicos de 700 anos de idade no edifício Mamluk, conhecido como Al-Kurd Hospice (em hebraico: Pequeno Muro de Lamentações), através de sua “renovação” e expansão. O Ministro israelense de assuntos religiosos alocou US$ 60.000,00 para os trabalhos planejados no complexo que está habitado por mais de 20 famílias Palestinas.

– O P. M. israelense Netanyahu anunciou que “Jerusalém irá permanecer sob a soberania Israelense e nós iremos adicionar construções em todas as áreas de Jerusalém.”

– Sheik Mohammed Sayyed Tantawi da Mesquita do Cairo Al-Azhar disse em uma conferencia que Jerusalém precisa ser reconquistada pela força se as negociações de paz falharem e que ninguém que morrer na batalha pela cidade será considerado um mártir.

– O líder religioso do Egito, Sheikh Nasser Farid, convocou os muçulmanos para lançar uma guerra econômica contra Israel e fazer um esforço para proteger e construir nas terras de Jerusalém Oriental.

Junho

Jun. 1: A prefeitura de Jerusalém Ocidental planeja destruir ao menos 800 casas nas redondezas de Jerusalém Oriental Palestina que foram construídas sem licenças.

Jun. 4: O P. M. Netanyahu esboçou um esquema final para Jerusalém em que a cidade é mantida unida sob o controle de Israel “para a eternidade” e anunciou que mais policiais serão posicionados para fortalecer a segurança de Israel na Jerusalém Oriental Árabe.

Jun. 6: O prefeito de Jerusalém Ocidental, Ehud Olmerd, declarou sua intenção de implementar a regulamentação do governo de Israel número 564 (1969), que de acordo com o Departamento de Educação da Prefeitura irá supervisionar os exames Tawjihi em Jerusalém oriental. Também está planejado o estabelecimento de um comitê ministerial para impor o currículo israelense nas 34 escolas de Jerusalém Oriental.

– No despertar de protestos locais e internacionais contra a construção israelense de Jabel Abu Ghneim, o governo Netanyahu propôs permitir a construção de 400 a 500 apartamentos para Palestinos em terras vizinas a Sur Baher, expropriadas dos Palestinos em 1968.

Jun. 10: A Casa dos Representantes dos EUA votou por 406 a 17 para reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e alocar US$ 100 milhões para a transferência da Embaixada Americana de sua localização atual em Tel Aviv para Jerusalém.

Jun. 19: O Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA aprovou a destinação de US$ 100 milhões para construir uma nova Embaixada dos EUA em Jerusalém.

Jun. 24: Como parte de sua grande taxa de campanha, oficiais Israelensens continuam revistando lojas Palestinas em Jerusalém Oriental, destruindo estoques e confiscando bens.

Junho 1997: O prefeito de Jerusalém Ocidental, Olmert, anunciou que Israel irá examinar o currículo das 34 escolas Palestinas em Jerusalém que seguem o currículo jordaniano para ajustá-los ao sistema escolar Árabe-Israelense.

Julho

Jul. 2: Em uma reunião com arquitetos e engenheiros, o prefeito de Jerusalém Ocidental Ehud Olmert anunciou que Jerusalém “irá se expandir naturalmente ao leste (para dentro de West Bank)”.

Jul. 7: Dados do Ministério do Interior Israelense revelam que o número de Palestinos originais de Jerusalém, cujo status de residente foi cancelado desde 1967 é de 3.874.

Jul. 9: Uma emenda à Lei de Entrada em Israel (1952) submetida por MK Azmi Bishara para parar com o confisco de Carteiras de Identidade em Jerusalém já passou pela leitura de Knesset. Os votos foram de 27 a favor e um contra e o restante de abstenções. O parágrafo em questão diz: “O Ministro do Interior não irá cancelar as permissões de residência permanente de nenhuma pessoa nascida em Jerusalém, assim como seu ou sua cônjuge, ou qualquer outra pessoa de seu parentesco que tenha nascido em Jerusalém. …. Este artigo ira permanecer valido para os próximos dois anos.” Bishara explicou: “O status formal de um residente permanente está baseado na premissa de que ele/ela é um estrangeiro entrando no país … o que obviamente não é o caso dos residentes de Jerusalém, para quem Jerusalém é sua “terra natal”… No último ano o Ministério do Interior utilizou a lei (de entrada em Israel) para cancelar a permissão de residência de muitos cidadãos de Jerusalém … Parece que a prioridade das negociações sobre o status final de Jerusalém está sendo conduzida por uma política de deportação silenciosa por Israel, em ordem de reduzir a um mínimo o numero de Palestinos residentes em Jerusalém.

Jul. 15: Aproximadamente 200 vitimas do confisco de Carteiras de Identidade pela policia de Israel protestaram em frente ao Ministério do Interior de Jerusalém, apoiados por Faisal Husseini, Hashem Zughayer, Ziad Abu Zayad e Azmi Bishara.

– A prefeitura de Jerusalém Ocidental lançou uma campanha para forçar a coleta de taxa de propriedade “amona” de comerciantes Palestinos em Jerusalém Oriental, alegando que US$ 300 milhões são devidos por Palestinos de Jerusalém. A campanha inclui invasões e desocupação de propriedades.

Jul. 16: A Assembléia Geral da ONU recomenda que membros da ONU desencorajaram atividades que contribuem para a construção de novos assentamentos Israelenses e condenam as falhas de Israel de cumprir com a resolução adotada em Abril que indicava a interrupção da construção de Har Homa.

Jul. 18: Yerushalim relata que somente 79 apartamentos foram vendidos no assentamento de Ma’ale Adumim durante abril de 1997, um dramática queda em relação ao ano passado, quando mais de 600 unidades foram vendidas.

Jul. 28: O Ministro do Interior de Israel anunciou a suspensão de uma permissão concedida para a construção de uma pensão judaica em Jerusalém Oriental na região de Ras Al-Amud.

Jul. 31: Dois homens suicidas se explodiram no centro do mercado de Mahane Yehuda no centro da cidade de Jerusalém, matando 13 e ferindo cerca de 170 pessoas. Israel reagiu com a devastação dos territórios Palestinos e uma campanha de prisões.

Agosto

Ago. 1: O Ministro da Defesa de Israel Yitzhak Mordehai aprovou o principio do plano E-! para expandir o assentamento de Ma’ale Adumim e aumentar sua população de 28 mil para 40 mil.

Ago. 3: A prefeitura de Jerusalém Ocidental demoliu três casas em Jerusalém: duas em Anata e uma em A-Ram.

Ago. 4. A prefeitura de Jerusalém Ocidental destruiu cinco casas em Jerusalém: duas pertencentes a Mufideh Al-Qasam Issawi em Issawiya (onde mais 40 casas receberam ordens de demolição), uma casa de dois andares – casa de 40 pessoas da família Al-Karshan – em Shu’fat e duas casas em Al Izzariya, pertencente a Nabil e Mohammed Odeh.

Ago. 12: Estudantes ultra-ortodoxos Yeshiva mataram o senhor Mahmoud Abu Srah (74) de Silwan quando ele tentava evitar que eles saíssem de um posto de gasolina em Sheikh Jarrah sem pagar pelo que consumiram.

Ago. 13: Tratores da prefeitura de Jerusalém Ocidental destruíram cinco casas no Campo de Refugiados de Shu’fat e tem mais duas ordens de demolição. Todas as casas estão nas adjacências de Pisgat Ze’ev.

Ago. 14: Tratores da prefeitura destruíram cinco casas em Nabi Samuel, pertencentes a 30 membros das famílias Eid e Barakat, e uma casa em Izzariya.

Ago. 19: O Waqf Islâmico doou terras próximas a Sawaneh para um acampamento onde 50 famílias se abrigaram após a demolição de suas casas. As famílias agora podem perder seu direito a residência se deixarem a cidade. O campo esta apoiado por uma coalizão de organizações, incluindo a Casa Oriental, membros da PLC e ONG´s.

– Forças israelenses forçaram a desocupação das terras de 15 membros da família Jahalin Bedouin prozimo a Al-Izzariya. A tribo recebeu mais 35 ordens de demolição.

Ago. 21: A polícia israelense de Ma’ale Adumim, protegida pelo exercito, avançou sobre um dos acampamentos de Jahalin Bedouin sob o pretexto de que estavam buscando armas e bens roubados.
Ago. 25: Tratores israelenses destruíram duas casas Palestinas em Zayim, pertencentes a Abu Hawa e membros da família Shweiki.

Ago. 26: Tratores da prefeitura de Jerusalém Ocidental destruíram três casas por terminar pertencentes a Yassr e Tayseer Jabari e Ali Abu Suweiye em Wadi Qaddoum.

Ago. 28: Yasser Arafat conclama uma greve em West Bank e Gaza pelas ações israelenses em Jerusalém e incentiva os árabes a se dirigirem para a cidade para a sexta-feira de orações mesmo com o bloqueio das tropas israelenses.

Ago. 1997: Após o incidente com suicidas portando bombas em 30 de julho de 1997, Israel impôs um cerco aos territórios palestinos.

– Homens de negócios palestinos e jordanianos organizaram a Companhia de Desenvolvimento e Investimento de Jerusalém (JEDICO), liderados por Abdul Majid Shuman e com um capital inicial de US$ 100 milhões para comprar e desenvolver propriedades em Jerusalém Oriental.

Setembro

Set. 4. Tratores da prefeitura de Jerusalém Ocidental demoliram uma casa na Jerusalém Oriental Árabe sob o pretexto de que foi construída sem permissão. Outras seis casas palestinas em Al-Silaia, próximo a Jabal Al-Mukkaber estão lotadas para demolição.

– Um triplo suicídio-bomba na Galeria Bem Yehuda em Jerusalém matou quatro israelenses e feriu dezenas de outros.

Set. 11: Israel e os EUA se chocaram em público com a Secretaria de Estado Albright ordenando o fim do assentamentos judaicos em terra ocupada e Israel rudemente rejeitou o chamado.

Set. 15: Sob forte proteção policial e aprovado pelo governo Israelense em uma reunião de gabinete (10/09/97), quatro famílias assentadas judaicas de um grupo radical Atarot Cohanim invadiu uma casa Palestina alegando tê-la comprado de Fuad Hadieh em Ras Al-Amud.

– Ministro da Infra-estrutura Nacional, Ariel Sharon, recebeu a aprovação do Ministro do Interior para a construção de 17 novos assentamentos judaicos ao sul de Jerusalém que irão possibilitar a continuidade territorial do sul de Jerusalém ate as montanhas de Hebron. A maior comunidade planejada, Messuat Guvrin, irá abrigar 5000 residentes.

Set. 17: Manifestações populares massivas em Ras Al-Amud foram realizadas em protesto contra a tomada de uma casa Palestina.

Set. 18: Israel afirma que famílias assentadas judaicas deixaram dois edifícios em Jerusalém Oriental Árabe sob a negociação que Presidente Arafat descreve como um “truque”, desde que a negociação prevê que três famílias judaicas irão trocar de lugar com dez estudantes yeshiva que Israel deixara ficar durante dia e noite nas casas designadas para os guardas e homens da manutenção.

Set. 19: Os EUA dizem que aceitam a solução israelense de disputar assentamentos judaicos movendo os para uma área de Jerusalém Árabe, dizendo que está assegurando que o status da vizinhança não será mudado.

– Oficiais palestinos anunciaram que consideram a possibilidade de reclamar propriedades palestinas em Jerusalém Ocidental perdidas em 1948, em resposta à tomada de uma casa em Ras Al-Amud por assentados israelenses.

Set. 20: Após encontrar Ministros de Relações Exteriores Árabes em Cairo, o Presidente Arafat apontou que os Palestinos irão demandar a completa evacuação dos assentamentos israelenses de Ras Al-Amud.

Set. 21: Cerca de 30 mil árabes participaram das manifestações de sexta-feira na vila Árabe Israelense de Um El-Fahm, conclamando a libertação de Jerusalém das mãos de Israel. Sheik Raiyid Salah, o prefeito de Um El-Fahm, conclama a unificação de todos os muçulmanos “pelo bem de Jerusalém para prevenir que extremistas judeus realizem sua batalha de remover Jerusalém das Nações Muçulmanas e Árabes”.

Set. 24: Assentados atearam fogo a casa de Mohammed Ali Awadallah próximo ao assentamento de Gilo após uma tentativa frustrada de convencê-lo por vários anos a vender a propriedade.

Set. 28: Autoridades Israelenses demoliram uma escolar e 53 tendas pertencentes aos Beduínos Jahalin.

Outubro

Out. 8: Autoridades Israelensens impediram o acontecimento de um seminário acadêmico em Beit Hanina intitulado: “Jerusalém e a Situação atual”.

Out. 9: Comerciantes de Jerusalém Oriental fizeram uma greve de um dia para protestar contra as ações de Israel para levar palestinos para fora da cidade e as recentes atividades de assentamento em Ras Al-Amud.

08) Cronologia 1996

 

11 de janeiro – a Autoridade Palestina e a Unidade Eleitoral da União Européia criticam Israel por dificultar a campanha  eleitoral palestina em Jerusalém Oriental.

12 de janeiro – A polícia israelense impede o ex-negociador da OLP Hanan Ashrawi de entrar em Jerusalém para fazer campanha, 4 palestinos são detidos em Beit Safafa por pregar pôsteres eleitorais. A polícia de fronteira israelense pôs fim a um rally pelo candidato  da Fatah, ministro da Economia da Autoridade Palestina Ahmad Qurai, em Jerusalém Oriental.

14 de janeiro – o Likud espalha pôsteres em toda Jerusalém Oriental ameaçando rescindir as identidades de todos os palestinos que votarem nas eleições palestinos de 20 de janeiro.

17 de janeiro – O Knesset (parlamento) rejeita projeto de lei que propõe expandir a jurisdição de Jerusalém para incluir Betar, Givat Zeev , Gosh Etzion e Maale Adumim. O projeto foi Patrocinado pelo Likud e respaldado por 42 parlamentares dos partidos Likud, Moledet, Partido religioso Nacional, Shas, Tsomet e Judaísmo Torá Unido. Os 48  votos contrários foram dos seguintes partidos: Partido Trabalhista, Meretz e partidos árabes.

18 de janeiro – o coordenador israelense dos territórios ocupados Shahor garante  aos palestinos de Jerusalém que eles não perderão suas identidades se votarem nas eleições palestinas de 20 de janeiro.

20 de janeiro – realizam-se as eleições para o conselho legislativo palestino, 676 candidatos disputam o conselho, dois para a presidência, quatro Palestinos disputam o eleitorado de Jerusalém: todos são eleitos.

5 de abril – soldados israelenses proíbem uma mulher palestina em trabalho de parto de cruzar o posto de checagem em Jerusalém e chegar à maternidade, a criança morre por falta de assistência, no mínimo oito palestinos morreram desde o fechamento iniciado em 25 de fevereiro por falta de assistência médica

22 de maio – O primeiro-ministro Peres aprova a construção de 450 casas na colônia Tsamarot na Cisjordânia; libera recursos para projeto sem ouvir o comitê ministerial especial sobre colônias, como manda a lei; faz promessa verbal ao conselho de colonos de Oranit de que Oranit será anexada à municipiladade de Jerusalém.

24 de maio – Na Cidade Velha de Jerusalém centenas de religiosos judeus atacam palestinos e destróem propriedades palestinas , a polícia israelense diz que tumulto  aconteceu sem provocação; não sabe quem o motivou

5 de junho – o vice prefeito de Jerusalém, Shamul Meir, pede ao primeiro-ministro eleito Netanyahu que aprove um plano para derrubar 2 mil casas palestinas em Jerusalém Oriental e construir 50 mil casas para judeus exclusivamente.

14 de julho – Líders dos colonos judeus anunciam planos para dobrar ou triplicar seu numero, construindo mais 8 ou 10 novas colônias e expandir ass já existentes.

16 de julho –O ministério israelense da Construção diz que a construção começara dentro das fronteiras da colônia judia de Har Homa em Jerusalém Oriental dentro de mais alguns dias 6000 casas estão planejadas.

24 de julho –  A Alta Corte Israelense aprova uma resolução permitindo  que grupos pequenos dos “Fiéis do Monte do Templo” entram em no complexo da Mesquita al-Aqsa no dia 25 de julho para realizar um “ritos religiosos judaicos”  pelo dia de jejum, a ANP, a Jordânia e a Síria protestam, dezenas de jovens judeus imediatamente tentam invadir a mesquita mas sãao bloqueados  pela polícia israelense.

25 de julho – A policia israelense escolta centenas de “Fiéis   do Monte do Templo” aos pares ao complexo da Mesquita al-Aqsa para orações; eles  detem12 membros do “Hay Veqayam que tentam entrar no local.

12 de agosto – perto de Jerusalém, Israel demole duas  casas de palestinos.

20 de agosto – Israel demole outras casas palestinas em subúrbios de Jerusalém.

26 de agosto – O exercito israelense desmantela um acampamento dee beduínos perto de Jerusalém  Oriental. Os beduínos dizem que foram expulsos para dar lugar à expansão de colônias vizinhança.

 27 de agosto – A polícia israelense ergue guindastes sobre as muros da Cidade Velha em Jerusalém Oriental e demole prédios palestinos que seriam destinados a uma clinica para deficientes e uma casa para os idosos, obras financiadas com verba de $30 milhões de Canadá e Suécia.

29 de agosto – O governo israelense aprova a construção de 2000 novas casas em colônias situadas na Cisjordânia, ao redor de Jerusalém Oriental. O vice prefeito de Jerusalém Shamuel  Meir diz que o governo emitiu ordens de demolição de 70 casas palestinas em Jerusalém.

19 de setembro – Colonos judeus ocupam uma casa palestina em Jerusalém Oriental.

21 de setembro – Funcionários israelenses notam  que um projeto para construção de 180 salas de aula para crianças palestinas em Jerusalém Oriental até o fim de 1997 só resultou na construção de 10 salas de aula.

24 de setembro – Sob forte proteção polícial, Israel empreende de surpresa, pela madrugada, uma escavação para completar um longo túnel arqueológico que atravessa o complexo de mesquita al-Aqsa. O projeto de 12 anos foi concluído somente por ordem expressa do primeiro-ministro Netanyahu, que quis passar uma mensagem de que Israel é o “Único Soberano” em Jerusalém, a ANP denuncia a obra e pede uma greve geral no dia seguinte, durante o dia , os palestinos se chocam com a policia dentro da mesquita.

27 de setembro –  o primeiro-ministro Nentanyahu desloca 6000 políciais por toda Israel, 4000 em Jerusalém Oriental, depois das preces da manahã na Mesquita al-Aqsa , vلrios jovens atiram pedras contra tropas israelenses e a polícia que cercam o local, o exercito israelense invade o complexo atirando contra os palestinos, matando 3 ferindo 50, conflitos irrompem em Rafah, Tulkarem, Balata, Erez, Jenin e Ramallah, os palestinos de território ocupado em 1948 observam uma greve geral em apoio a seus compatriotas, um total de 52 palestinos e 14 israelenses morrem nos conflitos durante os últimos 3 dias desde que o túnel  foi aberto.

28 de setembro – O Conselho de Segurança da UNO aprova uma resolução a respeito da situação nos território ocupados e pede uma reversão de todos os atos que resultaram no agravamento da situação, i. é, a abertura do túnel.

2 de outubro – Em Jerusalém, 50,000 israelenses marcham em apoio a Natenyahu.

7 de novembro – Em Jerusalém, o primeiro-ministro Netanyahu se encontra  com lideranças dos colonos e lhes diz que eles “serão recompensados” por qualquer alteração em Hebron; promete acompanhar pessoalmente a expansão das colônias da Cisjordânia e de Gaza; garante 3500 novas casas nas colônias da Cisjordânia em torno de Jerusalém.

  19 de novembro – O prefeito israelense de Jerusalém, Ehud Olmert, apresenta ao ministro israelense de Habitação Meir Porush um plano para a construção de 2200 casas entre a junção de Pisgat Zeev e al zaim, com o propósito de ligar o Monte Francês em Jerusalém Oriental com a Colônia israelense Maale Adumim.

1 de dezembro – no Cairo, a Liga Árabe convoca uma sessão de emergência sobre as atividade coloniais de Israel, adverte Israel de que a expansão das colônias colocará em perigo o processo de paz e diz que as atuais colônias deveriam ser desmanteladas.

18 de dezembro – O primeiro-ministro britânico John Mayor adverte Israel para não inflamar as tensão expandindo as colônias.

19 de dezembro – O presidente Yasser Arafat tem uma ardência privada com o papa Jô Paulo II no Vaticano.

19 de dezembro – Um grupo de Igrejas cristã, organização não governamentais e indivíduos formando a coalização de Igrejas para a Paz no Oriente Médio publica uma nota no “NewYork Times” pedindo por uma Jerusalém partilhada que assegure os direitos de todos as reigiões na cidade.

07) Cronologia 1995

 

 

 6 de janeiro – Numa entrevista ao “Jerusalém Post” Rina Zamir, diretor do distrito de Jerusalém do Ministério da Habitação revela que a construção de 10.000 casas começara esta ano em colônias dentro e em torno de Jerusalém Oriental

15-17 de janeiro – o comitê de Jerusalém da Organização da Conferência Islâmica vota a favor da criação de uma agência para defender os direitos dos palestinos em Jerusalém e proteger a herança islâmica da cidade, o comitê também condena  a “lei Jerusalém” israelense proibindo atividades polيticas se palestinos na cidade.

22 de janeiro – o governo israelense anuncia sua decsão de permitir que prossiga a expensão de colônia nos TPO e em Jerusalém.

25 de janeiro – O governo   israelense aprova a construçã de milhares de novas casas em colônias de área da “Grande Jerusalém” ntre elas, 1800 em Maale Adumim 900 em Betar, e 800 em Givat ZEEV. Construções de Mais 1800 casas iniciadas no ano anterior terão prosseguimento.

27 de janeiro – centenas de soldados e da inteligência israelnse invadim o Colégio Abu Dis de Ciência e Tecnologia; 200 estudantes são forçados a sentar com os olhos vedados no pátio durante horas. Os soldados quebram móveis, confiscas objetos  prendem mais de 20 estudantes bem como três membros da diretoria, antes de ataque que dorou oito horas, e que causou prejuízos de 100,000,00 shekels, foi intensificados um toque de recolher na aldeia.

09 de fevereiro – Enquanto três ministros europes da Alemanha, Espanha e França se encontram com Faissal al-Husseini na Orient House, o grupo direitista israelense “ Mulheres de verde” se juntam do lado de para protestarcontra a visita dos europeus ao quartel-general dos palestinos em Jerusalém, Israel havia advertido previamente os ministros para qu não parassem na oriental House.

21 de fevereiro – Tratores da PJO começam a nvelar grandes áreas de terra cultivada pertencente a Sur Baher, em preparação ao novo anel viário ( Cinturão Oriental) que cercar Jerusalém, a via, partindo de Sur Baher , atravessa um tْnel sob o monte das oliveiras e Izariyeh e termina na nova rodobvia de Jericóç  a obra destruirã 50 acres de terra palestina.

25 de fevereiro – centenas de unidades especiais da polìcia israelense são deslocaas pela primeira vez para dentro do complexo al-Haram al-Sharif, entre centenas de fieís muçulmanos que assistem a cerimônia relogiosa que marca o fim do Ramadã.

11 de março – O ministério das Finanças israelense publica um informe num vê de grande circulação israelense declarando exporpriada terra de Beit Hanina para uso pública, os 335 dunums referidos serão usados somente para construção  de casas para novos judeus.

12 de março – A liga Árabe e a Conferência Islâmica promovem no Cairo um simpósio sobre Jerusalém, condenando Israel por continuar judaizando a cidade.

12-14 de março – durante sua vista, o primeiro-ministro Britânico John Mayor reafirma a posição britânica de que Jerusalém Oriental e  parte dos TPO.

22 de março – O Ministro israelense do interior anuncia que os jerusalemitas não-judeus perdarão seus registros de identidades se permanecerem ausentes da cidade por mais de sete anos.

29 de março – Durante um encontro com Faissal Hussaini, o ministro holandês do Exterior Hans van Mierlo reafirma que seus governo ainda olha Jerusalém Oriental como parte dos TPO.

30 de Março – O conselho Islâmica Supremo avisa que a Mesquita al-Aqsa pode entrar em colpaso devido a escavação israelense abaixo dela.

                      39 casas da aldeia Zelayin, em Jerusalém Oriental, recebem ordens de Demolição da PJO

2 de abril – Durante um encontro com Faissal al-Husseini, na Orient Hous, o vice ministro das Relações Exteriores da Rússia reitera a posição russa  de que Jerusalém é parte dos TPO.

13 de abril –  com o começo da Páscoa judia, Israel impõe um total fechamento de dez dias, negando entrada a todos os Palestinos a Jerusalém e Israel e impedindo os Palestinos de assistir as cerimônias da Páscoa nas igrejas de Jerusalém.

22 de abril – Três palestinos são feridos quando soldados isaelenses abrm fogo contra fieìs que  celebram o sábado de Aleluia na Igreja do Santo Sepulcro. A violência ocorreu quando os Soldados tentaram retirar a alguns dos fieís do pátio da igreja.

24 de abril – Judeus diretistas vestidos como turistas tentam entrar na Mesquita al-Aqsa, mas são identificados e impedidos pelos guardas do Waqf.

30 de abril –  A PJO aprova planos estruturais para entre 7 mil e 9 mil casas e a construção de outras 2500 para a colônia Har Homa perto de Sur Baher.

4 de maio – O conselho Superior Islâmico decide fechar o complexo al-Haram al-Shrif aos turistas até ordem posterior depois que judeus extremistas tentaram entrar no complexo a fim de dirigir o culto.

6 de maio – A Liga Árabe promove uma reunião  de emergência sobre Jerusalém convocando uma sessão urgente do Conselho de Segurança da UNO para se pronunciar sobre o continuo confisco  da terra da cidade.

12-15 de maio – O Conselho de Segurança da UNO promove uma sessão especial para discutir os recentes confiscos de terra em Jerusalém.

14 de maio – O grupo de direitos humanos israelense B’tselem realiza uma conferencia de imprensa em Beit Agron para Divulgar um novo relatório confirmando que  todos os governos israelenses, desde 1967, seguiram sistematicamente uma política discriminatória dos palestinos de Jerusalém Oriental em todas as questões relacionadas com confisco de terra, planejamento e construção.

15 de maio – A enviada do primeiro-ministro sueco, Mona Sahlin, abrevia sua visita  depois que as autoridades israelenses lhe negaram permmissão para visitar Jerusalém Oriental e a Orient House, onde estava agendado um encontro dela com Faisal al-Husseini.

17 de maio – O veto dos EUA impede a adoação de uma resolução do Conselho de Segurança condenando o confisco por Israel de 131 acres d terra em Jerusalém oriental, Os Outros 14 membro do conselho votaram a favor, EUA impede a adoção de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando o confisco de 11 acres terra por Israel em Jerusalém Oriental. Os outros 14 membros do conselho votaram a favor.

18 de maio – Um soldado israelense s abre fogo contra a Igreja de Getsêmani .

22 de maio – Uma conferência de imprensa sobre Jerusalém é realizada no National Palace Hotel. O orador eé Faissal al-Husseini. O Ministro da PNA Yasser Abed Rabbo é impedido de participar do encontro por não conseguir entrar em Jerusalém.

23 de maio – Faissal al-Husseini declara que cerca de 70% das terras de Jerusalém Ocidental são propriedade de palestinos e propõe que a ANP reivindique essas terras. Historiadores israelenses confirmam a informações de Husseini.

25 de maio – O governo israelense reverte sua decisão de expropriar terra em Jerusalém (principalmente em Beit Safafa) para impedir o governo de cair devido a moções de desconfiançã propostas pelo Hadashe pelo Partido Árabe Democrلtico relacionadas com o projeto.

5 de junho – O Waqf islâmico anuncia que está solicitando o controle sobre 10 mesquitas localizadas em Jerusalém e abandonadas desde 1948. o ministério israelense para Assuntos Religiosos não esta preservando as entidades como deveria e muitas outras mesquitas já foram transformadas em restaurantes, cafés ou museus.

6 de junho – Oito carros de árabes na Cidade Velha são vandalizados por colonos que  dizem ser antigos membros do grupo extremista Kach.

10 de junho – Durant seu encontro semanal, o ministério da ANP decide reativar o Conselho Municipal Árabe de Jerusalém, o qual foi dissolvido após a ocupação da cidade em 1967, Arafat nomeia o Dr. Amin Majaj como prefeito e todos os membros ainda vivos do conselho antes de 1967 foram reinstalados como  membros.

15 de junho – Cinco mulheres israelenses direitistas são detidas quando começam a orar perto de Portão dos Leões depois que fracassam na tentativa  de entrar no complexo al-Aqsa.

23 de junho – Durnte sua visita, o primeiro-ministro ilandes Dick Spong provoca muita discussão no governo e na mídiam israelenses quando ele se encontra Faissal al-Husseini na Oriental House.

25 de junho –  A organização da Unidade Árbe aprova uma resolução apontando a Palestina e reafirmando que Jerusalém e “uma parte integral das terras palestinas”.

10 de junho – A PJO divulga um informe reconhecendo oficialmente a existência de um imenso hiato entre os serviços oferecidos em Jerusalém Ocidental em relação aos de Jerusalém Oriental. Para cobrir esse déficit são necessários mais de $83 milhões, principalmente para melhorar a condição das estradas, moradias, esgotos e escolas, o informa acrescente que só 10% dos recursos municipais são destinados as desenvolvimento jerusalém Oriental. O sistema de esgotos precisa ser duplicado em Jerusalém Oriental e pelo menos 151 quilômetros de novos canos precisam ser acrescentados ao sistema atual. O sistema escolar necessita de cerca de 345 novas salas de aula, bem como de escolas especiais para crianças de portadoras de deficiência.

          O Conselho superior Islâmico convoca uma sessão de emergência para discutir a tomada de terra pela PJO de terra no Waqf no cemitério de Bab al-Rahm, vizinhoà cidade Velha, a PJO alega que precisa de terra para alargar ma estrada.

12 de junho – Extremistas de judeus se apossam de um prédio na área de Bab al-Silsila, perto  de Mesquita al-Aqsa

13 de julho – Colonos israelenses ateiam fogo na casa de Faissal al-Husseini em Jerusalém Oriental.

26 de julho – Colonos israelenses atacam a casa de Faissal al-Husseini em Jerusalém Oriental com armas de fogo e vandalizam v~rios carros estacionados nas proximidades.

29 de julho Cerca de 1000 colonos fazem uma manifestação em Wadi Joz, vandalizando carros e cantando slogans anti-árabes e contra Orient House.

 31 de julho – colonos israelenses atiram contra casa de Faisal al-Husseini.

6 de agosto coonos israelenses tentam invadir o complexo al-Aqs através de Bab al-Quataneen, mas são impedidos pelos guardas.

8 de agosto – O primeiro-ministro Rabin rejeita uma propostado ministério israelense para assuntos religiosos pedindo permissão para os judeus orar na Mesquita al-Aqsa , exemplo do acordo celebrado para omesquita al-Ibrahimi em Hebron

9 de gosto – O ex-primeiro-ministro Shamir e o Lيder do Likud Natenyaho juntam centenas de manifestantes direitistas para protestaram contra o funcionamento de Orient House como uma instituição nacional palestina.

11 de agosto – A União Européia anuncia  que seus 15 estados membros  boicotarão todos os eventos dos “Jerusalém 3000”, declarando que as celebrações ignoram a conexão dos muçulmanos e cristãos com a cidade e prejudicam as conversações de status final.

 16-17 de agosto – Funcionários de inteligência   israelenses entram em várias ONGs e instituições palstinas interrogando sobre suas fontes de funcionamento, licenças e relações com a Autoridades Palestinas, nominimo 10 instituições são invadidas, entre elas o departamento de Terra e Água, o Grupo Hidrológico Palestina, o PARC e o JMCC, entre outros.

23 de agosto – o comitê do gabinete israelense sobre jerusalém decide proibir toda atividade política da Orient House.

27 de agosto – Colonos judeus atacam a casa Muhamad Nusseibeh, atirando coquetéis molotiv e pedras no prédio, enquanto a polícia israelense e tudo observa sem intervir.

28 de agosto –  o Birô Estatástico Palestino, O conselho de Saْde Palestino e a Campanhia de Radiodifusão Palestina recebem ordem de fechameno dand 96 horas para fechar seus escritَrios sob pena de sofrerem ac polícial.

30 de agosto – Numa conferencia de três religiões monoteístas em Jerusalém Faissal al-Husseini pede pela criação de duas capitais na cidade.

2 de setembro – Durante sua visita ao Vaticano Arafat conversa com o papa Jô Paulo II sobre as medidas tomadas por Israel em Jerusalém, incluindo as relativas às comemorações  dos “Jerusalém 3000”

          dezenas de professores, pais e estudantes começam um protesto sentados por tempo  indefinido fora de escola Dar al-Tifl contra a presença de colonos que armam uma tenda da frente a Orient House e constrangem estudante daquela escola e das escolas Bint Azwar e Dar Awlad, todas localizadas perto da Orient House.

5 de setembro – o pacifista israelense Uri Avneri pede a comunidade internacional para não apoiar as celebrações de “Jerusalém 3000” porque elas falsificam a história e ignoram as civilizações passadas bem como as presenças cristã e islâmica na cidade.

          À noite, colonos tentam atacar dar al Tifl, mas são barrados pelos guarda da Orient House.

          Colonos atacam estudantes e pais que protestam fora de Dar al-Tifl, ferindo um pai que teve de ser transferido para um hospital.

          Em nome da ANP Arafat saúda o boicote da comunidade internacional a “Jerusalém 3000”

7 de setembro – Colonos bloqueiam a entrada da Orient House com seus carros e provocam protestos de estudantes fora da escola Dar al-Tifl ao queimarem uma bandeira palestina.

9 de setembro – A Pَ de fronteira israelense despresa violantamente manifestantes palestinos fora de escola Dar al-Tifl, na noite desse mesmo dia colonos tentam invadir a escola.

10 de setembro – colonos atacam a Escola Feminina de Arte, próxima a Dar al-Tifl.

          A polícia iraelense det~em dois guardas da Oriente House as voltarem de uma vistoria na escola.

14 de setembro – Colonos armados forçam  caminho no Clube de pPrisioneiros Palestinos, em Jerusalém Oriental, ameaçam matar os presentes.

16 de setembro – O Ministro de Relações Exteriores sul-africano Alfred Nzo visita a Orient House e discute eom Faissal al-Huseini e outras lideranças palestinos o processo de paz e a situação de Jerusalém.

          A Alta Corte Islâmica divulga uma declração expressando o temor de que Isael, em conivência com colonos radical, tente assumir o controle do complexo al-Haram al-Sharif.

17 de setembro – O representante do ministério japonês das Relações Exteriores, Shougi Yanai, visita a Orient House.

18 de setembro – Cerca de 150 guardas de fronteira e soldados cercam a aldeia Um Tuba, declaram área militar fechada e destróem um centro de primeiro socorros doado pela UNRWA.

20 de setembro – Apesar de intensos protestos locais o chefe da polícia israelense Rubin permite que 20 extremista entrem no complexo al-Haram al Sharif protegidos por forte força policial.os colonos anunciam que em breve entrarão na Mesquita Al-Aqsa

24-27 de setembro – Devido ao feriado judeu do Ano Novo Israel fecha os TPO e reforça os postos de checagem em torno de Jerusalém.

2 de outurbro – O Ministro Israelense da Habitação Binyamin Bem Eleiar anuncia planos para confiscar 380 dunums de terra palestinas em Jerusalém Oriental e demolir 16 casas na área para construção de uma estrada.

5 de outubro – Em Jerusalém, cerca de 20 a 30 mil israelenses se reúnem na Praça Sião para exigir que  o Câmara Municipal vote contra o acordo de Oslo II.

24 de outubro – O congresso dos EUA aprova uma nova versão de um lei mudando a Embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém, o congresso se apressou em aprovar a medida antes de chegada do primeiro- ministro Yitzhak Rabin e do prefeito de Jerusalém Ehurd Olmert a Washington DC.

17 de outubro – Autoridades israelenses anunciam que os palestinos de Jerusalém Oriental e da Linha Verde não poderão mais entrar em Gaza a menos que apresentem razõez urgentes.

1 de novembro – DFLP, Fatah,PFLP, PPSE, Fida PPP e a Frente de Libertaçõ Árabe  formam um comitê permanente sobre Jerusalém para pressionar o presidente dos EUA Bill Clinton a embargar a mudança da sede da Embaixada dos EUA.

6 de novembro – Por solicitação da ONP, representantes permanentes da liga árabe promovem um discusão sobre a decisão legislativa de transferir a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém; eles consideram conveniente convocar todos os ministros árabes de Relações Exteriores.

2 de novembro – O ministério israelense da Habitação aprova um plano para construção de 132 novas casas numa “área vizinha” judia de 15 dunums em Jerusalém Oriental adquirida por um empresário judeu.

23 de novembro – Em sua primeira entrevista como ministro de relações exteriores israelenses, Ehud Barak diz que Israel planeja separar as populações judia e palestina e controlar a  grande Jerusalém, o Vale do Jordão e as áreas de Etzion na acordo final do processo de paz.

06) Cronologia 1994

 


1994

27 de fevereiro – Membros do grupo extremista de colonos Aterp Cohanim ataca a Cidade Velha, distruíndo automóveis de palestinos. Quando irrompem os conflitos com os palestinos, soldados israelenses se juntam aos colonos, atirando com balas de plásticos contra o jovens palestinos. Fala-se de vários feridos.

16 de março – As autoridades israelenses arrasam um terreno de 12 dunums na aldeia de Al-Jib, a nordese de Jerusalém, para expandir a colônia de Givat Zeev. O terreno foi plantado com oliveiras e pertence à família al-Duqqa.

26 de março – Funcionários da Prefeitura de Jerusalém Ocidental e a guarda de fronteira israelense fazem uma blitz na loja sanitary Tools, em Jerusalém, apreendendo mercadorias e multando o propreitário em $ 15.000.

29 de março – Irrompem protestos na Cidade Velha quando um grupo de extremistas israelenses dirigidos por Gershon Solomon realizaram uma marcha através da Cidade Velha e espelharam-se boatos de que eles iriam enrar no complexo de Haram al-Sharif. Confronto entre jovens palestinos e a polícia israelense deixaram pelo menos cinco palestinos feridos.

3 de abril – Médicos, enfermeiros e os funcionáros do hospital, em coordenação com outras instituíções sanitárias fazem um proteto num posto de controle policial, em Dahiat al-Barid, contra a proibição de sua entrada em Jerusalém.  De acordo com os manifestantes, 65% das pessoas que trabalham nos hospitais de Jerusalém provêm d Cisjordânia e da Faixa de Gaza.

9 de abril – A policia de fronteira israelense fecha o único teatro palestino de Jerusalém, o Teatro Nacional Palestino ( al-Hakawati) por tempo indeterminado.

         Rabin impede a Universidade de Hebron de realizar uma conferência sobre “os 30 anos de criação da OLP”, de 8 a 10 de abril no hotel Ambassador, Jerusalém.

11 de abril – Um colono israelense mata a tiros Fatíma Khalaife, 18 anos, grávida de três meses, quando ela está em sua casa na aldeia al- Jib.

09 de maio – No encontro do Grupo Multilateral de Trabalho sobre Negócios dos refugiados no Cairo, os esforços palesinos para levantar os problemas da reunificçõ de famílias na áre de Jerusalém encontram forte resistência por parte dos israelenses, alegando que esses debate pertence a só às negocioções sobre o status final e não pode ser discutido antes.

19 de maio – Colonos armados atacam a Mesquita Dargath na Cidade Velha de Jerusalém enquanto os muçulmanos faziam orações no primeiro dia do feriado de Eid al-Adha.

28 de maio – A autoridade Nacional Palestina (PNA) anuncia seu programa político, reafirmando Jerusalém Oriental como uma parte indivisível dos (TPO) e importância de sua liberaçaõ.

1 de junho – Os meios de comunicação israelenses noticiam que dezenas de grupos de direita conseguiram se apossar de várias casas de palestinos em Jerusalém Oriental, apoiados por financiadores judeus, e fazem campanha abertamente para  habitá-lasem breve. As casas estaõ localizadas em Wadi Joz, Rمs al Amud e Sheikh Jarrah. Outrossim, o prefeito Olmert decide demolir todas as casas construìdas “ilegalmente” em Jerusalém Oriental. O número de casas é estimado e 2000.

5 de junho – participantes de primeira conferência de jornalistas realizada em Jerusalém Oriental divulga uma nota condenando as restrições israelenses e a censura dos meios de comunicações palestinos.

 6 de junho – O ministro do Exterior israelense Shimon Peres finalmente admite que escreve carta de garantias secretas, data de 11 de outubro de 1993, ao ministro norueguês  do exterior Holst.A carta é um compromisso para preservar as instituições  palestinas e para reconhecer os interesse palestinos em Jerusalém Oriental.

7 de junho – Um encontro de proprietários de casas demolidas em Jerusalém Oriental acontece em Oriente House para regisrar seus casos e protestar contra a emigração forçada de palestinos de Jerusalém. Comparecem aproximadmente 200 familia.

         de acordo com um estudo divulgado pelo PHRIC, a área de Jerusalém Oriental inclui 72.000 danums, dois quais 29,000 dunums foram ou estão para ser confiscados; 35,000 dunums não estão incluídos nos mapas de planejmento municipal, proibindo que neles se contrua. Só em cerca de 14% da área, ou 10.000 dunums, os palestinos têm permissão para construir suas casas. Ademais, os palestinos de jerusalém oriental pagam 26% do orçamento municipal, embora recebem só 5% dos seus serviços, enquanto o governo israelense fornece moradia subsidiada para 70,000 colonos na cidade, faz o mesmo para apenas 555 famílias palestinas.

11 de junho –  Cerca de 500 ativistas da paz palestinos e israelenses fazem uma manifestação no posto de controle polícial em Daheiat al-Barid na entrada de Jerusalém, protestando contra o fechamento continuando dos TPO e pedindo uma imediata suspensão da medida

15 de junho – o Vaticano e Israel estabelecem relações diplomáticas plenas pela primeira vez na historia. Isto surpreende os palestinos, que não esperavam tl coisa enquanto  durasse a ocupção de Jerusalém Oriental.

19 de junho –  A Arábia Saudita promete promete 1 bilhão de dólares para a recuperação de locais religiosos muçulmanos e cristãos em Jerusalém Oriental.

         A conferência de três dias da ONG patrocinada pela NENGOOT em Jerusalém pede uma atenção redobrada sobre Jerusalém com respeito a agendas e projetos , e declara que Jerusalém é a capital da Palestina.

22 de junho – O ex-prefeito de Jerusalém Ocidental, Uri Lupolianski, que det~em a pasta de planejamento e construção da cidade, anuncia palno para construção de 3 a 4 mil casas no atual sítio habitacional móvel de Givat Hamatos e Givat Haarbara. Ambos os projetos serão construídos sobre terra confiscada aos palestinos.

24-25 de junho – Em uma conferência sobre o futuro de Jerusalém, promovida pelo IPCRI, sara Kaminker, membro do Conselho Municipal de Jerusalém Ocidental revela que  40% dos imóveis  de Jerusalém Oriental foram expropriados e que recentemente 200 acres de terra palestina do Monte Francês foram confiscadas, Uma área perto de Rás al-Amud foi expropriada  redistribuída para colônias

2 de julho – Uma unidade de patrulha de fronteira israelense de 70 a 100 homens invade o Hospital Augusta Vitória no Monte das Oliveiras. Os militares arrombam portas e ivadem cômodos, amedrontando   e humilhando médicos, funcionários e pacientes durante cerca de 45 minutos, sem dr qualquer explicçõ.

2-3 de julho – Dezenas de milhares de direitistas israelenses de Jerusalém Ocidental protestam à chegada de Arafat em Gaza. O prefeito Olmert e outros políticos fazem discursos inflamados e fazem protesto em meio a um frenesi de ódio sob uma bandeira onde se lê “Morte a Arafat”. Alguns manifestantes mais tarde se dirigem a Jerusalém Oriental e à Cidade Velha, distruíndo propriedades palestinas enquanto a Polícia nad faz para impedi-los. Da Cidde Velha eles se retiram para a tenda da Cidade erguida no exterior do escritório do primeiro-ministros. Quando os ministros começam a chegar, a multidão começa a gritar: “Traidores!”, e iveste  contra os seus carros. Nesse momento, a Polícia reage prontamente, e até com brutalidade.

15 de julho – A Alta Corte israelense anunciou sua decisão de abrir al-Haram Sharif para adoradores judeus no dia seguinte. Patrulhas de fronteira israelenses interditam a Cidade Velha. Novos pontos de checagem são erguidos e os palestinos são parcialmente impedidos de entrar na Cidade Velha.

20 de julho – O diário Israelense “Yediot Aharonot” noticia que o grupo racista israelense Kach estava organizando “Patrulhas” em Jerusalém Oriental e em seus subúrbios para “impor a lei e a ordem”. M veículos alugados do tipo usado pela polícia israelense, o grupo percorreu áreas palestinas intimidando moradores e danificando propriodades palestinas. De acordo com o informe a maioria dos penues furados, janelas quebradas e carros amassados naárea de Jerusalém é atribuível às gngues judias.

23 de julho – O governo israelense introduziu uma nov lei para impedir a OLP e a ANP de relizar qualquer atividade polític em Jerusaalem Oriental. O desrespeito à lei é punido com mult de R$ 33,000 ou pena de um ano de prisão. Em vista disso,  o ministro da economia Ahmad Qrei foi impedido de entrar em Jerusalém para participar de uma conferência econômica em  20 de junho. Ademais, guardas fronteiriços israelenses invadiram vários escritórios palestinos em Jerusalém Oriental a pretexto de que eles seriam” fronts” da PFLP. A Orient House emite um informe em que afirma que a nova lei contradiz o espírito da DP ( declaração de Princípios) e viola as garantias israelenses ( contidas numa carta de Shimon Peres ao etão ministro norguês do Exterior Holst) de não inerferir nas atividades das instituições palestinas em Jerusalém Oriental.

03 de agosto – Intissar al-Wazir,  Ministro da ANP de Assuntos Sociais, assiste a uma conferência sobre os direitos daa mulher em Jerusalém. A presença de Wazir é a primeira presença oficial de um membro da ANP em Jerusalém.

         A PJO aprova a Segunda etapa de um projeto turístico adjacente a Silwan, que inclui o confisco de terras de propriedade palestina e do Waqf, a destruíção de casas e a remoção de uma escola.

9 de agosto – O governo de Marracos e o Rei Hassan II confirmam numa carta a Arafat que o Marracos apóia plenamente a posição palestina relativa a Jerusalém e que a cidade santa é a capital eterna é da Jerusalém.

12 de agosto – O ministro da ONP Nabil Shaath vivsita jerusalém pela primeira vez desde 1964, orando na mesquit al-Aqsa e passeando pela Cidade Velha.

19 de agosto – os meios de comunicação israelense tornam público o plano da PJO em coordenação com o governo israelense para iniciar um gigantesco projeto de construção em torno da Cidade Velha de Jerusalém. O projeto, chamado de “O Monte dos Reis” incluirá obras de restauração, um porque ( 4acres) na área de Salawduha, estrada levando de Igreja de Getsêmani até o muro de Silwan. Outros fontes mencionam a inclusão de 200 novas casas ao sul da colônia de Givat Zeev para ligá-l a Jerusalém.O alvo do projeto é  criar um caráter judeu na Cidade.

23 de agosto – Residentes de Beit Hanina fazem um protesto sentados em frente de sua mesquita contra a ameaça israelense de demoli-la, a admnistração Civil israelense mandou uma carta de advertência mandando sustar imediatamente a construção de mesquita, caso contrário mandaria demoli-la alegando que a obra não tem licença e a posse de terreno da mesquita não está devidamente comprovada.

5 de setembro – Judeus religiosos atacam um sacerdote armênio, Razlik Boghsain na Via Dolorosa, na Cidade Velha, o padre é hospitalizado.

10 de setembro – Mais de 500 moradores e pacifístas israelenses fazem uma manifestação conjunta nas cercanias de Zaim protestando contra a planejada destruição de 60 casas a fim de se construir um novo povoado judeu.

04 de outubro – Autoridades israelenses removem o crescente do topo da mesquita de Beit Hanina contra a qual a PJO tinha emitido uma ordem de demolíção porque lhe falta uma aurorização, o material de construção e alto-falantes são confiscados.

16 de outubro – A  ANP nomeia Sheikh Ekrima Sabri, 66 anos, como novo Mufti de Jerusalém.

3 de novembro – Uma delegação americana da Igreja Católica Romana visita a Mesquita al-Aqsa, demonstrando solidariedade aos muçulmanos palestinos, cinco figuras palestinas cristãs que a delegação tentou incluir são impedidas pela polícia israelense de entrar no complexo até a intervenção do ministro do Waqf na ANP.

4 de novembro –  O primeiro –ministro turco Tançu Cillar visita a Orient House e se encontra com funcionários palestinos, causando a ira israelense  porque guarda de segurança israelense foram proibidos de entrar pelo portão do pessoal palestino e porque a visita dá respaldo às reivindicações palestinas de soberania sobre a cidade.

24 de novembro – A polícia israelense ataca o edifício Nuzha em Jerusalém Oriental vasculhando os escritórios das instituições palestinas num esforça para descobrir se eles estão realizando atividades políticas, vários palestinos recebem intimações.

27 de novembro – O knesset aprova duas medidas que pedem o fechamento de instituições palestinas em Jerusalém Oriental, incluindo a Orient House e a Universidade al-Quds, quanto à Universidade al-Quds, o ministro da Polícia Moshe Shahal diz que sua existência precisa de uma licença do conselho Superior de Educação de Israel.

29 de novembro – um grupo de colonos relegiosos de grupo “Alive and well” (“Vivos e Bem”) tenta irromper no compexo al-Haram al sharif, com o intuito de fzer provocação. O líder do grupo, Yehuda Etzion, se envolveu no passado com o submundo terrorista judeu e participou do plano para expodir o Domo do Rochedo, Reino de Israel e recapturar o “Monte do Templo”. Dez membros do grupo são detidos.

         O jornal “ Jerusalém Post” noticia que apesar dos esforços israelenses para judaizar a cidade, mais de 20% dos 45,000 novos imigrantes judeus para Jerusalém deixaram a cidade nos ùltimos cinco anos e que o percentual de novos imigrantes está declinando, Enquanto 74% de novos imigrantes chegaram entre 1990-92, só 53% chegaram em  1993. As principais razões para deixar a cidade são o desemprego e o alto custo dos aluguéis.

5 de dezembro – Membro do grupo extremista israelense “Fiéis do Monte do Templo” fazem manifestação em frente à Orient House queimando a bandeira palestina e entoando slogans contra a Orient House e Faissal al-Husseini. Eles também pedem pelo fim nas conversações de paz e cantam canções para “Eretz Israel”

7 de setembro – A assinatura de um acordo de cooperação entre o Sindicato Geral dos Trabalhadores na Palestina e o Histardut israelense depois de longas negociações entre os dois sindicatos é cancelada por causa de uma controvérsia sobre a menção a Jerusalém, os palestinos querem inclui sindicalizados que residem em Jerusalém Oriental no documento, bem como a criação de um estado palestino tendo Jerusalém como sua capital.

13 de dezembro –A s~etims cúpula islâmica (Marrocos) reelege Arafat como vice-presidente e coloca Jerusalém e sua solução como um dos seus tópicos pricipais.

17 de dezembro – A colônia Maale Adumin anuncia sua expansão de 300 dunums planejada para 1500 casas, lojas etc.

26 de dezembro –  O knesset aprova a leitura final de Li de implementação de Acordo Jericó-Gaza ( Limitição de Atividades) por 56 votos a favor e seis contra, e 32 abtenções, a lei proíbe atividades políticas de palestinos em Jerusalém Oriental e portanto viola a Dop; qualquer instituição – local e estrangeira – que inclua a OLP tem de ter permissão de Israel para abrir um escritório.

27 de dezembro – No sexto dia de um protesto (sit-in ) contra a expensão da colônia Efrat ( Bloco Etzion Gush) em terrenos da aldeia Al-Khadar, centenas de soldados israelenses são trazidos para dispersar os manifestantes dos montes – entre eles, aldeões, dois ministros da ANP, MKs israelenses, pacifistas palestinos e israelenses, no curso da dispresão violenta dos protestos, dezenas de pessoas são detidos e muitas feridas.

05) Cronologia 1993

1993

31 de março – Israel impõe uma barreira militar em Gaza e na Cisjordânia, montando pontos de controle e negando o ingresso de palestinos a Israel  o livre trãfego entre as partes norte e sul da Cisjordânia. Essa política impede milhares de trabalhadores de chegarem a seus postos de trabalhoç com isso, seus salários, bem como os serviços médicos, econômicos e de educação são prejudicados.

5 de abril – Cristãos palestinos pedem acesso a Jerusalém Oriental na Páscoa. Os TPO foram fechados desde 31 de Março.

5 de agosto – O secretário dos estados dos EUA, Earren Christopher declra em Amã: “Não acorreu absolutamente nenhuma mudanças na polيtica dos EUA com relação ao status dos TPO ou Jerusalém”.

16 de setembro – A prefeitura de Jerusalém ocidental aprova a construção de Har Homa, uma  nova colônia sobre terras das aldeias de Jabal Abu Ghneim, Sur Baher e Um Tuba. A construção inclui uma estrada sobre a parte Oriental da colônia Gilo. O Jornal “Al-Quds” informa que começou a construção de 200 unidades residenciais ficará adjacente ao acampamento de refugiados de Shufat, e ligar-se á com a Rodovia No. 1. As casas serão construídas na vila de shufat.

         Cerca de 200 dunums de terra são confiscados Israel ao norte de Jerusalém para expandir a área industrial de Atarot. Os palestinos são proibidos de construir na área.

         de acordo com “Al-Quds” uma nova colônia a leste de Jabal Mukabber foi aprovada e um contrato feito com Abud Levy, ma forma israelense, para a construção de 400 unidades habitacionais. A terra  em que será construída a obra pertence a um palestino, Sr. Ahmad Zahayka.

24 de setembro – Os meios de comunicação israelenses anunciam a construção de 1500 novas casas na colônia  de Ramat Rahel , ao sul de Jerusalém, a qual já foi aprovada pelo Conselho Regional para o Planejamento e Construção. Informção adicional dá conta de que prossegues as obras na nova colônia de Rekhes Shufat numa extensão de 447 dunums de terras  confiscadas à aldeia de Shufat e pertencentes a residentes palestinos

29 de setembro –  A Prefeitura de Jeruslem Ocidental aprova a construção de uma nova colônia na vizinhança da densamentee povoado Ras al Amud. A obra serã construída sobre 135 dunums de terra palestina, do lado oposto do distrito policial israelense, num total de 130 casas.

Setembro – Começou a construção para a expensão Oriental da colônias de Maale Adumim, incluindo uma nova malha rodoviária .

         de acordo com noticia divulgada pelo departamento de planejamento, planej-se o confisco de 850 dunums de terr da vila de Bir Nabala. O plano confisca 70%  das terras agrícolas da aldeia e atinge também o seu cemitério. O plano é parte do que é conhecido como plano RJ-%.

         O Conselho de Construção e Planejamento Ragional  aprovou um plano para a construção de 1500 casas em terrenos da Cisjordânia redistribuídos pela Prefeitura de Jerusalém Ocidental. A área ~e de 260dunums e a construção compreenderá 130,000 metros quadrados de edifيcios de 4 e 5 andares. A obra ligará Talpiot Ocidental, que esta na Linha Verde, a Talpoit Oriental, na Cisjordânia Ocupada.

2 de outubro – O prefeito de Jerusalém Teddy Kollek declara que o adiamento das negociações com os palestinos sobre o status de Jerusalém por três anos é um dos grandes feitos do governo  Rabin. Ele diz que esse tempo que ser usado para incrementar a população judia em ambos os lados da cidade.

11 de outubro – Data da carta “secreta” enviada por Shimon Peres ao então ministro norueguês do Exterior Holst confirmando que todas as instituições palestinos e os interesses dos palestinos em Jerusalém Oriental serão preservados.

2 de novembro – Ehud Olmert, do Likud, ganha as eleições majoritárias de Jerusalém por 60% dos votos, derrotando o ex prefeito Teddy Kollek depois de 28 anos no cargo. Olmert anunciou a antes das eleições que iria expandir a cidade em direção a “leste e não as oeste”.

11 de novembro – De acordo com Jerusalém Post um comitê designado pelo governo israelense aprovou a criação de um imenso bloco de colônias chamado “GUSH ADUMIN”, estendendo-se a norte, sul e lest de Jerusalém até os arredores de Jericó, ligando colônias que se estendem do sudeste ao nordeste de Jerusalém e expandindo-se até a colônia de Mizpe. Cinco mil dunums de terras pertencentes às vilas palestinas da área de Jerusalém – Zaim, Anata, Issawiyeh, Izzariyeh e Abu Dis – Serão confiscadas para implementar o plano de jun;’ao dos acampamentos de Amon, Kfar Adumim Mishor Adumim e Kedar.

10 de dezembro – O governo israelense está finalizando o plano para a expansão da colônia de Gizat Zeev em terrenos de Beit Iksa para fazer uma ligação com a colônia de Ramat, ao norte de Jerusalém  a construção de 600 casas começa enquanto outros 1600 são planejadas.

         confiscadas terras de aldeias palestinas a nordeste de Jerusalém: 6000 dunums de terra de Bir Nababa, al-Jib, Beit Hanina, Nabi Samuel, supostamente para criação de um “parque nacional” para os israelense.

04) Ocupação Israelense 1967

Jerusalém foi inteiramente ocupada pelas forças israelense durante a guerra de junho; centenas de casas palestinas foram demolidas no bairro de Maghrebi da caidade velha e os residentes expulsos a fim de facilitar a construção de Bairro Judeu ampliado e uma praça em frente ao Muro das lamentações.

11 de junho – O Governo israelense decide anexar Jerusalém Oriental, declara ilegalmente que a cidade é sua capital. O Knesset dá poderes ao governo para estender a lei, a jurisdição e a administração pública israelenses sobre toda a área da ‘terra de Israel”.

28 de junho – Israel anexa a velha Jerusalém, e começa a co;onização judia nos territórios palestinos ocupados (OPT).

4 de julho – A resolução 2253 (ES –U) da Assembléia Geral da ONU exorta Israel a “rescindir todas as medidas tomadas (e) destinado de tomar qualquer iniciativa que pudesse alterar o status de Jerusalém”

24 de julho – O Conselho Muçulmano () Al-Hayat al-Islamiya) é o primeiro organismo representativo palestino fundado em Jerusalém após a guerra.

 

1969 

As Primeiras famílias israelenses se mudam para Ramot Eshkol, nova colônia israelense na Jerusalém Oriental anexada.

21 de Agosto – O australiano Michael Rohan realizou um ataque incendiário contra a Mesquita Al-Aqsa, danificando seriamente o muro sudeste da mesquita.

1978

1o. de Outubro – Declaração de condenação, pela Conferência nacional da Cisjordânia, reunida em Beit Hanina, pela visita do presidente egípcio Anwar Sadat a Israel.

1979 

A população judia de Israel em Jerusalém Oriental alcança 50,000 pessoas, distribuيdos entre sete áreas de co;ônias de Jerusalém Oriental.

21 de março – a resolução 446, do Conselho de segurança da ONU, pede que Israel desmantele as colônias, “as quais têm nenhuma validade”, nos territórios palestinos ocupados, incluindo Jerusalém.

1980

 30 de julho  –  o governo israelense reafirma a anexação de facto de 1967 e declara Jerusalém a capital eterna e não-dividida de Israel por meio de uma Lei Básica, o Ato de Jerusalém.

 

1982

11 de Abril – um soldado israelense e judeu americano, Alan Goodman, acompanhado por outros  Israelenses, atiram com provocação contra o Domo do Rochedo, matando um velho zelador, depois atingido fiéis com fogo de arma automática. Dois palestinos foram mortos e cerca de 60 feridos. Enquanto na mesquita de 1300 anos eles ateavam fogo em velhos e raros tapetes e quebravam janelas decoradas com fina arte islâmica. Os tiros partiram de três dirac, mas somente Goodman foi acusado pelo crime. Colonos israelenses armados. Os palestinos eram proprietários das três casas, localizadas perto do Domo do Rochedo e da Mesquita Al-Aqsa.

1983

16 de abril – Ladrões roubam livros e quadros raro avaliados em 4 milhões  de dólares do museu  Islâmico de Jerusalém.

1984

28 de outubro – Um palestino é morto e dez são feridos quando um ônibus palestino é atingido por um fuguete antitanque numa série de ataques terroristas contra paletinos.

1987

9 de dezembro – O levante palestino ( Intifada) explode em todos os (TPO), incluindo Jerusalém, exatamente setenta anos depois que o general Allenby entrou em Jerusalém.

15 de dezembro – O ministro israelense de Comercio e da Indústaria Ariel Sharon se muda para um apartamento no bairro muçulmano da Cidade Velha.

1988 

15 de janeiro – A polícia israelense atira  bombas de gás dentro da Mesquita de al-Aqsa e do Dom do Rochedo ferindo 40 fieis.

15 de novembr – O conselho Nacional Palestino ( CNP)  divulga uma Dclaração de Independência do Estado da Palestina, com Jerusalém como sua capital.

1989

12 de janeiro – O terceiro toque de recolher na história do domínio israelense em Jerusalém Oriental permanece em vigor todo dia, enquanto a Policia continuas as buscas nas casas em Silwan, detendo cerca de 20 pessoas.

23 de dezembro – O arcebispo anglicano sul-africano Desmond Tutu chega a Jerusalém para uma peregrinação cristã, anuncia apoio ao estado palestino e pela  “independência e integridade territorial de Isael” Tutu diz aos repórteres: “Quando você é informado sobre o que acontece na Cisjordânia, o que você precisa fazer é só mudar os nomes e os acontecimentos as referem à África do Sul”.

30 de dezembro – pelo menos 15.000 judeus e palestinos formam uma corrente pela paz de quatro quilômetros de extensão ao redor dos muros da Cidade Velha de Jerusalém. Em vários pontos a Policia israelense tenta desfazer concentrações atirando com canhões d’água, gás lacrimogêneo e balas de borracha.

1990

19 de jameiro – A Policia israelense detém o líder palestino Faisal al-Husseini e o acusa de ajudar o  ilegal  exército popular palestino.

19 de abril – Robero Dole diz a seus colegas do senado dos EUA que eles cometerm um erro “perigoso” ao aprovaram uma resolução reconhecendo Jerusalém não dividida como a capital de Israel.

27 de abril – a Igreja do Santo Sepulcro fecha suas portas pela primeira vez desde 800 ano, Todos os outros templos cristão na Terra Santa também fecham em protesto contra a presença armada de colonos judeus no convento de São Jô, em Jerusalém.

8 de outubro – Massacre de Haram al-Sharifna Mesquita de al-Aqsa. A Plicia de fronteira israelense mata 18 palestinos e fere mais de 150, quando os palestinos protestam contr a intenção de extremista “Fiel de Monte Do Templo” de Gershon Solomon, de entrar na mesquita e ali fincar a perda angular para a construção do  “terceiro templo judeu”. O ministro da Habitação Ariel Sharon anuncia um plano para aumentar o ritmo de construção em Jerusalem Oriental de 2000 para 5000 unidades por ano. A população de Jerusalém Oriental inclui 150,000 palestinos e 120,000 judeus.

12 de outubro – a Resolução 672, do Conselho de Segurança da UNO, condena o massacre israelense na msquita de al-Aqsaç e recomenda o envio de uma missão técnica para investigar o massacre.

14 de outubro – O gabinete israelense desfia o Conselho de Segurança da UNO, e não coopera com a delegação designada pelo Scretário-Geral da UNO. Os palestinos de Jerusalém expressam o desejo de Cooper com a delegação da ONU.

22 de outubro – A Polícia israelense cerca Jerusalém com barreiras a fim de manter os palestinos dos Territórios Palestinos Ocupados  ( TPO ) fora da cidade, e milhares de guardas de fronteíra são estacionados nas grandes interseções e limites entre Jerusalém lesta e Jerusalém oeste. É a primeira vez que toda a cidade ~e fechada aos palestinos.

23 de outubro – O presidente dos EUA, George Bush, envia uma carta pessoal ao primeiro-ministro Shamir exortando Israel a aceita a delegação d ONU e manifestando a intenção de não prosseguir debatendo sobre moradia em Jerusalém Oriental. Shamir rejeita o apelo.

1991 

21 de julho –  O secretário de Estado James Baker reafirma a crença dos EUA de que Jerusalém Orientál é parte dos (TPO) e de que só os palestinos têm direito a escolher seus prórios representantes.

25 de julho – O ministro do Exterior francês Roland Dumas pede que Isral aceite palestinos de Jerusalém Oriental como parte da delegação palestina par a conferência de paz

16 de setembro – Os palestinos recebem uma parte do secretário de Estado do EUA James Baker declarando que os EUA concordarão com uma lista de questões de Jerusalém sobre a agenda da conferência de paz.

18 de Novembro – A polícia israelense e a aguarda de fronteira invadim escritórios da Corte Islde Jerusalém Oriental, supostamente se apossando de centenas de documentos em busca de literatura “subversiva”.Os documentos contêm registros judiciais documentando os direitos de propriedade e de bens palestinos.

1992

14 de janeiro – Líderes das nove principais igrejas de Jerusalém pedem que Israel proteja os sítios arqueológicos cristãos da cidade, e ameaçam buscar proteção internacional caso Israel não os atenda.

23 de julho – Uma igreja grega ortodoxa “não-autorizada” é demolida no monte das Oliveiras, em Jerusalém Oriental. Duas casas palestinas são demolidas na cidade sob o mesmo pretexto.

16 de novembro – Colonos judeus lançam granada em concorrida mercado do Bairro Islâmico da Cidade Velha de Jerusalém, matando um velho e ferindo outros 11 pessoas.

1 de dezembro – Ministros do Exterior da organização dos sés da Conferência Islâmica se encontram em Jedá, divulgando uma declaração descrevendo Jerusalém como uma”questão central para a nação islâmica” a qual não pode ser excluída das negociações correntes em curso.

03) Domínio israelo-jordaniano, cidade dividida-1948-1967 A. D.

Seguindo-se a guerra de 1948 e a retirada britânica de Jerusalém, o estado israelense foi criado e a cidade de Jerusalém dividida; Jerusalem Oriental com a Cidade Velha sob governo jordaniano. Israel ocupou Jerusalém Ocidental de 1948 a 1967.

1948
28 de junho – primeiro plano de paz de Conde Folke bernadotte, mediador da ONU: Jerusalém deve ser Palestina.

7 de julho – A área de monte Scopus em Jerusalém é dividida em três setores: um setor judeu ( incluindo o Hospital Hadassah e a Universidade hebraica, os quais estavam totalmente isolados de Israel); um setor palestino ( a aldeia de Issawiya); e um terceiro setor’incluindo o palestino Hospital Augusto.

 

17 de setembro – O Conde Folke Bernadotte é assassinado em Jerusalém pelo grupo Stern.

13 de dezembro – O governo israelense proclama Jerusalém como “capital eterna” de Israel.

20 de dezembro – O xeque Hussam Addin jarallah e nomeado mufti de Jerusalém ( substituíndo Haj Amin Hussein); Amin Abd al-Hadi é nomeado chefe do conselho Supremo Muçulmano em Jerusalém. 

1949
13 de dezembro – Jerusalém Ocidental é declarada ilegalmente a capital de Israel.

19 de dezembro – resolução 303 da Assembléia geral da Onu. Internacionalizção de Jerusalém

 

1950
2 de janeiro – O Rei Abdallah da Jordânia nomeia Ragheb nashashibi como guardião dos Lugares Santos.

20 de Julho – O Rei Abdallah é assassinado na Mesquita de al-Aqsa, em Jerusalém.

 

1960
16 de Janeiro – O Egito declara na carta de credenciais do novo Consul das Repúblicas Árabes Unidas (UAR), na cidade Velha de Jerusalém, que o cônsul fora nomeado como cônsul- geral “de todos os territórios localizados a oeste do Rio Jordão, como parte da Palestina conquistada pelo Exército Jordaniano”. A Jordânia rejeita as credenciais do cônsul- geral da (UAR) em Jerusalém com base elas infringem a soberania da Jordânia.

 

1964

28 de maio – O primeiro Conselho Nacional Palestino se reúne em Jerusalém.

02) Mandato Britânico 1917-1948 A. D.

9 de dezembro de 1917 – Rendição das forças otomanas em Jerusalém; as forças aliadas dirigidas pelo general Allenby conquistam a Palestina; Jerusalém fica sob administração militar britânica.

29 de janeiro a 10 de fevereiro de 1918 – Primeiro Congresso Nacional Palestinos reunido em Jerusalém envia dois memorandos à Conferência de Paz de Paris em Versalhes rejeitando a Declaração Balfour e pedindo independência.
Abril de 1920 – Os Britânicos afastam do cargo Musa Kazim al-Husseini, prefeito de Jerusalém, por fazer oposição a sua política pró-sionista. A Conferência de Paz de San remo cede o mandato da Palestino aos britânicos.
Maio-Junho de 1921 – O Quarto Congresso Nacional Palestino, reunido em Jerusalém, decide enviar delegação palestina a Londres para explicar a posição palestina contra a Declaração Balfour.
1922 – Os Britânicos obtêm da Liga das Nações mandato para governar a Palestina; Jerusalém se torna capital sob administração civil britânica.
1922-1939 período de numerosas revoltas palestinas contra a ocupação britânica e a maciça imigração judia.
Março de 1925 – Greve geral palestina em protesto à visita privada de Lord Balfour a Jerusalém.
Junho de 1928 – Sétimo Congresso Nacional Palestino se reúne em Jerusalém.
28-29 de agosto de 1929 – Revoltas palestinas em várias cidades como reação às demonstrações militares judias junto ao Muro das lamentações.
16 de dezembro de 1931 – O congresso Panislâmico acontecido em Jerusalém reuniu 145 delegados de todo mundo muçulmano.
Outubro de 1933 – protestos em Jafa contra a política britânica pró-sionista.
8 de maio de 1936 – conferência de todos os comitês nacionais reunidas em Jerusalém pedem ‘nenhuma taxa sem representação’ começa uma greve geral.
22 de julho de 1946 – Irgun e Stern, grupos terroristas sionistas, explodem o King David Hotel.
29 de novembro de 1947 – A resolução 181 da partilha, da ONU inclui a recomendação de que Jafa integre o proposta Estado palestino e que herusalém e Belém sejam um corus separatum, um terriório internacional sob auspícios da ONU.
8 de abril de 1948 – Abd al-Qader Husseini é morto um contra-ataque em Qastel, um subúrbio muçulmano de Jerusalém.
9 de abril de 1948 – Os grupos terroristas Irgun e Stern dirigidos por Menachen Begin e Yitzhak Shamir massacram 254 palestinos em Deir Yassin, um subúrbio Ocidental de Jerusalém.
11 de abril de 1948 – todos os bairros palestinos em Jerusalém Ocidental são ocupados pelo Haganah; os palestinos são expulsos.

01) 4000 A.C ate 1898

Idade da Pedra, cerca de 4000 a . C
Primeiros povoados sobre o sítio da atual Jerusalém
Idade do Bronze, cerca de 3500 a . C
Grande fluxo de tribos árabes, incluindo cananeus.
Cerca de 2500 a . C Construção de Jerusalém ( Ursalem) pelos Jebusitas, tribo Cananéia.
Cerca de 1842 a . C. primeira menção a Jerusalém num texto escrito ( egípcio); Abraão saudou Salem em nome do “mais elevado Deus”.
Cerca de 1800 a. C prmeira prova arqueológica de um povoado permanente em Jerusalém ( jebusitas).
Cerca de 1750 a . C invasão dos hititas.
Domínio dos hicsos
Cerca de 1700 a . C Jerusalém é destruída pelos hicsos
1550 a . C Os hicsos dominam o Egito e a Palestina.
Cananeus e filisteus
1550 a 1200 a . C. Jerusalém, uma cidade-estado Cananéia dirigida por um rei sob parcial domínio egípcio.
Cerca de 1350 a . C. primeira referência a Jerusalem como cidade-estado em cartas da Amarna egípcia.
Cerca de 1300 a . C. prova arqueológica de repovoamento pelos jebusitas.
Cerca de 1250 a. C. o rei de Jerusaém é derrotado pelos israelitas e a cidade é destruída.
Cerca de 1200 a . C. Invasão dos filisteus.
Jebusitas
Cerca de 1200-1400 a . C. O Rei Salomão sucede Davi e ergue o Primeiro Templo. (52 a . C.).
Israelitas 1000-926 a . C.
1000 a. C. O Rei Davi captura a fortaleza jebusita e instala o reino israelita unido.
1000-926 a. C. o nome da cidade governada pelo Rei Davi muda de “jebus”para “Cidade de Davi”
965-928 a. C. O rei Salamão sucede Davi e ergue o Primeiro Templo. (52 a. C.).
928 a. C. Após a morte de Salomão o reino é dividido em Israel e Judá ( com Jerusalém como capital)
Domínio egípcio
926 a. C. Forças egípcias devastam Jerusalém
Domínio Sírio 840-810 a. C.
840 a. C. O reino sírio de Damasco ocupa Jerusalém até cerca de 810 a. C.
Domínio assírio 720-627 a. C.
720 a. C. Os assírios capturam Jerusalém
701-627 a. C. Judá é um estado tributário do Império Assírio.
Babilônios 587-538 a. C.
Cerca de 587-586 a. C. nabucodonzor captura e destrói Jerusalém, incluindo o Primeiro Templo.
Cerca de 587/6 a. C. Os babilônios governam Jerusalém
Domínio persa 538-332 a. C.
538 a. C. Os persas derrotam o império babilônio; Jerusalém é capital da província persa. O Rei Creso deixa os judeus retornarem.
Domínio Helenístico 332-141 a. C.
332 a. C. Alexandre, O Grande captura Jerusalém.
301 a. C. depois da ruptura do império de Alexandre, os Ptolomeus do Egito dominam a Palestina até 198 a. C.
cerca de a. C. Os selêucidas greco-sírios capturam Jerusalém. Período de extremo helensimo.
169 a. C. O governante selêucida Antióquio Epifânio destrَi a cidade e proíbe o judaísmo.
Reino hasmonita 167-152 a. C.
167 a. C Sucede uma revolta macabéia ( hasmonita) depois de 8 anos de luta; uma dinastia hosmonita é fundada e governa Jerusalém; restauração do Templo.
Judeus macabeus 141-63 a. C.
141 a. C. os macabeus recuperam Jerusalém.
134a. C. Antíoco Sidetes, Rei da Síria, sitia a cidade.
Império Romano-Bizantino 63 a. C. a 638 A. D.
63 a. C. Jerusalém é capturada por Pompeu, chefe do Exército Romano.
37 a. C. A Palestina é um reino vassalo de Roma, com Herodes, o Grande, como rei ( 37-4 a. C.)
6 a. C., 37 A. D. Governo procuratorial em Jerusalém
66-70 A. D. Primeira revolta judia comandada pot Tito contra os romanos; a cidade e o templo são parialmente destruídos.
117-138A. D. Jerusalém se torna colônia romana.
Cerca de 132 A. D. Grande revolta judia, comandada por Bar Kochba.
135 A. D. o Imperador Adriano captura Jerusalém; a cidade é renomeada “Aelia Capitolia”; os judeus são expulsos.
235-270 A. D O Reino de Palmira ( Tadmor) governa a Palestina.
323 ou 326 A. D. O Imperador Consantino muda a capital de Roma para Bizâncio; o cristianismo se torna religião estatal, começando uma era de domínio cristão em Jerusalém
335 A. D. Construída a Igreja do Santo Sepulcro e a Igreja do Gólgota
614-628 A. D. Os persas comandados pelo Rei Creso II conquistam Jerusalém ( Império Sassânida)
628 A. D. O Imperador romano-bizantino Herçelio reconquista a cidade.
628-638 A. D. Cristãos bizantinos goveram Jerusalém.
Domínio árabe muçulmano 638-1072 A. D
638 A. D. Jerusalém é conquistada pelo Califa Omar Ibn al-Khatab, sustentado a nova fé do Islã. A cidade é renomeada al-Quds. Os judeus têm permissão de retornar.
661-692 A. D. Dinastia umaiada.
691 A. D. O Califa Umaiada Abd al-Malik constrói o Domo do Rochedo.
709 A. D. Construída a mesquita de al-Aqsa.
750 A. D. O califado abássida; a capital é Bagdá
878 A. D. Dinastia tulúnida.
915 A. D. Dinistia iqshidida.
969 A. D. Os fattimitas Shi’i fundam o califado tendo como capital o Cairo
975 A. D. Reino do Califa Al-Aziz; os muros da cidade são reconstruídos.
Cerca de 1000 A. D. Ddeclina o reino fatimita.
 
Turcos 1072-1092 A. D.
1072-1092 A.D. Jerusalém é governada por vários sucessores, entre eles os turcos seljuques
 
Domínio árabe 1092-1099 A. D.
1092 A. D. Reconquista árabe de Jerusalém.
Domínio dos cruzados 1099-1087 A. D.
Junho de 1099 A. D. os cruzados cristãos sitiam Jerusalem.
15 de Julho de 1099 A. D. os cruzados cristãos entram em Jerusalém, assaltam a mesquita de al-Aqsa matam cerca de 70.000 pessoas. A cidade se torna capital do reino latino.
Domínio árabe 1187-1517 A. D.
1187 A. D. Saladino reconquista a cidade; os lugares sagrados muçulmanos são restaurados; os Judeus têm permissão para permanecerem na cidade.
1187-1220 A. D. A cidade é cedida por dez anos, mediante contrato, aos cruzados ( Frederico II da Alemanha)
1243/44 A. D. Os árabes reconquistam o controle sobre a cidade; governo árabe (mameluco)
Império Otomano 1517-1917 A. D.
1517 A. D. o Sultão otomano Salim derrota os mamelucos e incorpora Jerusalém e a Palestina ao Impeério Otomano
1537-1541 A. D. Suleiman, o Magnífico, reconstrói os muros da cidade e restaura o Domo do Rochedo.
1831-1840 A.D. Maomé Ali, do Egito, ocupa a Palestina; domínio egípcio de Jerusalém.
1841-1917 A.D. Restauração do Domínio turco otomano.
1876 A.D. Primeiro Parlamento otomano reunido em Constantinopla e eleito os primeiros deputados palestinos.