O principal erro da França é renunciar a uma aliança com a Rússia na luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico, afirma François Fillon, ex-primeiro-ministro francês e um dos líderes do maior partido de oposição do país. Reviewed by Momizat on . 'O erro da França é renunciar à aliança com a Rússia contra o Estado Islâmico' © Sputnik/ Alexei Danichev MUNDO 13:49 16.11.2015(atualizado 07:14 17.11.2015) UR 'O erro da França é renunciar à aliança com a Rússia contra o Estado Islâmico' © Sputnik/ Alexei Danichev MUNDO 13:49 16.11.2015(atualizado 07:14 17.11.2015) UR Rating: 0

O principal erro da França é renunciar a uma aliança com a Rússia na luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico, afirma François Fillon, ex-primeiro-ministro francês e um dos líderes do maior partido de oposição do país.

François Fillon, ex primer ministro de Francia

‘O erro da França é renunciar à aliança com a Rússia contra o Estado Islâmico’

© Sputnik/ Alexei Danichev

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O principal erro da França é renunciar a uma aliança com a Rússia na luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico, afirma François Fillon, ex-primeiro-ministro francês e um dos líderes do maior partido de oposição do país.

 

Em entrevista à emissora Europe1, Fillon lamentou que o atual governo francês não tenha uma estratégia militar para combater o Estado Islâmico.

“O erro principal é renunciar a uma aliança com os russos”, declarou.

O Estado Islâmico, que se responsabilizou pelos recentes ataques em Paris, é atualmente uma das ameaças mais graves para a segurança do Oriente Médio e do mundo inteiro.

Os jihadistas controlam várias regiões do Iraque e da Síria, estimadas em 90 mil quilômetros quadrados,  pretendem estender sua influência no norte da África — especialmente na Líbia.

Estima-se que o grupo extremista tenha em suas fileiras entre 50 mil e 200 mil combatentes — muitos deles, de origem estrangeira.

Atualmente, não há uma coalizão única para combater o Estado Islâmico, que enfrenta resistências isoladas das tropas governamentais de Iraque e Síria, de curdos de ambos países e de uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Desde 30 de setembro, a Força Aérea da Rússia vem bombardeando posições do Estado Islâmico a pedido do presidente sírio, Bashar Assad

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