Assim a paz não virá

Edward Said Assim a paz não virá     Assim a paz não virá Entrevista de Edward Said em 23/06/2003 Edward Saidnasceu em 1935, em Jerusalém. Em 1948, juntamente com a sua família, foi obrigado a deixar a Palestina. Said estudou e viveu no Egito e nos Estados Unidos, onde se formou na Universidade de Princeton e foi professor de literatura inglesa na Universidade de Columbia, em Nova York. Duas colet ...

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O intelectual Edward Said narra a história de sua Palestina varrida do mapa

  Edward Said: texto rico e auto-irônico em suas memórias • • • • • • Coletânea Fora do Lugar O intelectual Edward Said narra a história de sua Palestina varrida do mapa Mariane Morisawa Em 1994, quando descobriu que sofria da leucemia que o mataria em setembro do ano passado, o crítico literário e professor Edward Said resolveu escrever suas memórias. A vida de um intelectual, ainda que brilhante como ...

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EDWARD W. SAID: A única e última voz avisada, o último judeu-palestiniano

Muito bem, vou seguir uma vez mais o conselho do leitor GL, propor que se abandone toda e qualquer demagogia sobre algo tão trágico como o conflito Israel-Palestina, tragédia que necessitaria da dimensão de um Bach para ser descrita, como diz Edward Said numa célebre entrevista a Ari Shavit, publicada a 18 de Agosto de 2000 no Ha’aretzde Tel Aviv. O problema é que em vez de Bach temos hoje Ehud Olmert, Abba ...

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Na imprensa

Edward Said       Edward Said          Na imprensa Um artigo e um abaixo-assinado provocam debate no Brasil sobre o papel público do intelectual O início Assim começa o debate: o artigo ‘Edward Said (1935-2003)’, do crítico e poeta Nelson Ascher, é publicado em 29 de setembro no jornal Folha de S.Paulo. Fazia menos de uma semana que Said havia morrido, em Nova York. Ascher argumenta que Said – por seu engaj ...

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Livro cultura e politica

livro cultura e politica Título: Cultura e política Autor(a): Edward W. Said Prefácio: Emir Sader Tradutor(a): Luiz Bernardo Pericás Páginas: 176 Ano de publicação: 2003 ISBN: 978-85-7559-026-3 Preço: R$ 37,00 Indique para um amigo Edward Said imprime uma visão universalista em suas análises sobre a questão palestina, inserindo-a no conjunto das grandes lutas pelo reconhecimento de todos os povos a afirmar ...

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Edward Said, a filologia e o tal relativismo

Edward Said, a filologia e o tal relativismo No prefácio à edição de 2003 de Orientalismo, Edward W. Said tece longos elogios à filologia, de Goethe e Herder a Erich Auerbach. A ciência que introduziu Nietzsche a Dioniso é tratada como campeã do pluralismo, da abertura ao outro, da curiosidade democrática pelo que não se entende, mas se quer entender. E Said tem razão. O princípio do bom filólogo é que, par ...

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Verdade e reconciliação

EDUARD SAID Verdade e reconciliação Edward Said in Al-Ahram janeiro de 1.999     Tendo em vista o fracasso do governo Netanyahu sobre o acordo de paz, é tempo, mais uma vez, de se questionar se todo o processo iniciado em Oslo, em 1993, é o instrumento correto para trazer a paz a palestinos e judeus. Penso que o processo de paz adiou a verdadeira reconciliação que precisa acontecer, se é que os ce ...

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ENTREVISTA: Edward Said

Carlos Graieb Edward Said é o único intelectual palestino de renome mundial. Passou, no entanto, a maior parte da vida distante de seu país de origem. Nascido em Jerusalém, em 1935, mudou-se para os Estados Unidos em 1951 e vive lá até hoje. Ensina literatura comparada na Universidade Colúmbia, em Nova York, e mantém uma coluna de crítica musical no jornal The Nation. Um de seus livros, Orientalismo, lançad ...

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Said, um palestino do mundo

Quando a então primeira-ministra de Israel, Golda Meir, declarou que ''é como se não houvesse um povo palestino... eles não existiram'', Edward Said decidiu aceitar o desafio colocado por ela, tratando de ''articular uma história das perdas e das desapropriações, que tem que ser reconstruída, minuto a minuto, palavra por palavra, metro por metro''. ''A Palestina é uma causa ingrata... Só se recebe, como ret ...

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Verdade e reconciliação

Tendo em vista o fracasso do governo Netanyahu sobre o acordo de paz, é tempo, mais uma vez, de se questionar se todo o processo iniciado em Oslo, em 1993, é o instrumento correto para trazer a paz a palestinos e judeus. Penso que o processo de paz adiou a verdadeira reconciliação que precisa acontecer, se é que os cem anos de guerra entre o sionismo e o povo palestino estejam no fim. Oslo estabeleceu o cam ...

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