Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta Reviewed by Momizat on . Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta Observador de direitos humanos, Marcel Leme estava na Cisjordânia quando presenciou a Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta Observador de direitos humanos, Marcel Leme estava na Cisjordânia quando presenciou a Rating: 0

Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta

Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta

Observador de direitos humanos, Marcel Leme estava na Cisjordânia quando presenciou a cena e a registrou em imagens que viralizaram

29/09/2015 – 15h30min
Brasileiro sai às pressas de Israel após fotografar palestina sendo morta YOUTH AGAINST SETTLEMENTS GROUP/AFP

Foto: YOUTH AGAINST SETTLEMENTS GROUP / AFP

Com medo de represálias após fotografar um soldado israelense apontando sua arma para a estudante palestina Hadeel al-Hashlamon, 18 anos, o brasileiro Marcel Leme, 30 anos, deixou Israel às pressas e viajou para São Paulo na última sexta-feira, dia 25. A mulher fotografada por Leme foi morta em Hebron, na Cisjordânia, e a imagem foi difundida pela ONG palestina Youth Against Settlements (Juventude contra os Assentamentos). As informações são do jornalFolha de S. Paulo.

Conflito sem fim: há 10 anos, Israel saía de Gaza

Por questões de segurança, o nome de Marcel Leme não aparecia na imagem, que acabou viralizando, nem nas demais fotos exibidas pela ONG na internet. De acordo com a reportagem da Folha, havia risco de ações de colonos israelenses contra o autor da fotografia. Leme estava na Cisjordânia como observador de direitos humanos para uma organização cujo nome ele não divulgou.

Entenda a origem da crise entre judeus e palestinos na Faixa de Gaza

Ao voltar para o Brasil, Leme falou que seu objetivo era contestar a versão israelense da morte da palestina. O exército de Israel afirmou que Hadeel al-Hashlamon tinha uma faca e ameaçava o soldado, mas o observador de direitos humanos ressaltou que ela estava desarmada. A ONG palestina argumenta que a jovem se recusou a ser revistada pelos soldados, todos homens, e que por não falar hebraico teve dificuldades em se comunicar.

Leme sustenta que a mulher se aproximou de um posto de controle militar em Hebron, cidade onde centenas de colonos israelenses vivem entre cerca de 170 mil palestinos, e tentou abrir sua bolsa. Assustado, um soldado teria disparado e, na sequência, outro oficial israelense teria dado outro tiro. O brasileiro permaneceu no local, fotografando, até que foi abordado por um soldado.

Deixe um comentário

Você deve ser logged em para postar um comentário.

Voltar para o topo