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A votação e a declaração de voto dos EUA no Conselho dos Direitos Humanos

25 (53,2%) dos 47 países que compõem o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) votaram a favor das conclusões do relatório Goldstone.Votaram contra apenas 6 países: EUA, Eslováquia, Holanda, Hungria, Itália e Ucrania.Abstiveram-se 11 países: Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Burquiina Faso, Camarões, Eslovénia, Gabão, Japão, México, Noruega, República da Coreia e UruguaiO representante dos EUA, Douglas M. GRIFFITHS, fez uma declaração de voto antes da votação, afirmando que ficaram decepcionados com o resultado da presente sessão.
Os EUA acreditam que o Conselho poderá ser um fórum essencial para os direitos humanos.
Os Estados Unidos participaram activamente no debate sobre o relatório de Goldstone. Lamentam que o Conselho tinha decidido tomar medidas precipitadas sobre o relatório. Foi uma infelicidade que o Conselho tenha concordado com a Sessão Especial, sem dar tempo a todos de estudarem o relatório em profundidade. [O relatório foi dado a conhecer em Setembro]
Infelizmente, a resolução apresentada hoje não estava equilibrada e foi mais longe do que o conteúdo do relatório Goldstone. [Não explicando subentendo que se trata das referências aos últimos acontecimentos em Jerusalém Oriental].
Os Estados Unidos já tinham manifestado as suas sérias preocupações sobre várias das recomendações contidas no relatório. [Afinal tinham tido tempo para fazer o “trabalho de casa”] E continuam a insistir na necessidade de manter todas as partes envolvidas no conflito responsáveis perante a lei. [É isso mesmo que o relatório recomenda!] E estavam preparados para apoiar uma resolução nesse sentido.
Os Estados Unidos ainda estão a trabalhar com a Autoridade Palestina e Israel no processo de paz. A proposta de resolução só poderá agravar a polarização.
Os Estados Unidos irão votar contra a resolução, mas isso em nada diminui os seus esforços para alcançar uma paz justa e duradoura no Oriente Médio.

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